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domingo, 5 de fevereiro de 2017

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM JOÃO 1.19-28 (TESTEMUNHO DOS HOMENS SOBRE JESUS - SEGUNDA PARTE)

Veredas da Justiça: Sermões que Edificam

TEXTO: JOÃO 1.19-28
“19 Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: Quem és tu? 20 Ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. 21 Então, lhe perguntaram: Quem és, pois? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não. 22 Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo? 23 Então, ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. 24 Ora, os que haviam sido enviados eram de entre os fariseus. 25 E perguntaram-lhe: Então, por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? 26 Respondeu-lhes João: Eu batizo com água; mas, no meio de vós, está quem vós não conheceis, 27 o qual vem após mim, do qual não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias. 28 Estas coisas se passaram em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando”.

INTRODUÇÃO
Como já vimos antes testemunho é você falar de você ou de outra pessoa, continuando sobre este testemunho que João Batista deu sobre Jesus, vemos que ele continua apresentando a pessoa De Jesus para que as pessoas o conhecessem, pois um dos sentidos de testemunho e que outros falem de uma pessoa, isto é o que João está fazendo falando de Jesus, vamos aprender algumas outras verdades sobre a maneira de testificar sobre Jesus, para isto utilizaremos o tema abaixo.

TEMA: O TESTEMUNHO DOS HOMENS SOBRE JESUS – JOÃO BATISTA –SEGUNDA PARTE

1.    O TESTEMUNHO CRISTÃO NÃO DEVE CAUSAR ORGULHO NO CRENTE, MAS HUMILDADE. V.19-22

1.1   Quando testemunha o discípulo de Cristo não deve se auto promover, mas levar a verdade para as pessoas. V.19-21
“19 Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: Quem és tu? 20 Ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo”.

1.2   Quando testemunha o discípulo de Cristo é instrumento para que a verdade chegue para as pessoas. V.22
“Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo?”.

2.    O TESTEMUNHO CRISTÃO DEVE SER CONHECIDO. V.23-24

2.1   Ao dá seu testemunho o cristão precisa se identificar como tal. V.23a
Então, ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto [...]”

2.2   Ao dá seu testemunho o cristão precisa proclamar a Palavra aos que procuram. V.23b-24
“23 [...] Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías. 24 Ora, os que haviam sido enviados eram de entre os fariseus”.

3.    O TESTEMUNHO CRISTÃO DEVE CENTRALIZAR A PESSOA DE JESUS. V.25-28

3.1   O cristão precisa testemunhar para que o Cristo seja conhecido pelos homens. V.25-26
“25 E perguntaram-lhe: Então, por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? 26 Respondeu-lhes João: Eu batizo com água; mas, no meio de vós, está quem vós não conheceis”.

3.2   O cristão precisa testemunhar para que o Cristo seja exaltado pelos homens. V.27-28
“27 o qual vem após mim, do qual não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias. 28 Estas coisas se passaram em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando”.

CONCLUSÃO
Nesta segunda parte sobre o testemunho dos homens sobre Jesus, ainda sobre João Batista, examinamos que: Primeira, O Testemunho Cristão não Deve Causar Orgulho no Crente, mas Humildade: Não deve se auto promover, mas levar a verdade para as pessoas, é instrumento para que a verdade chegue para as pessoas. Segunda, O Testemunho Cristão deve ser Conhecido: Para isto ele precisa se identificar como tal e Proclamar a Palavra aos que o procuram. Terceira, O Testemunho Cristão Deve Centralizar a Pessoa De Jesus: Para que Cristo seja conhecido e exaltado pelos homens. Você testemunha de Cristo? Fala Dele para outras pessoas, só lembro que para você testemunhar sobre Ele terá que ter tido uma experiência com Ele, do contrário, seu testemunho será fraco e sem impacto, entregue-se aos cuidados do Senhor neste instante em Nome de Jesus. Amém!

AUTOR: Missionário Veronilton Paz da Silva


ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM JOÃO 1.15-18 (TESTEMUNHO DOS HOMENS - PRIMEIRA PARTE)


TEXTO: JOÃO 1.15-18
“15 João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim. 16 Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça. 17 Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. 18 Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou”.

INTRODUÇÃO
Uma revelação é algo que ainda não veio á tona, que ainda falta chegar aos olhos e ouvidos. João nesta parte do evangelho está revelando Jesus como a única revelação do Pai de modo válido para a salvação da humanidade, pois Ele é ápice da revelação divina, é a revelação perfeita do Pai, sobre esta tão sublime e auspiciosa revelação iremos tirar alguns aprendizados.

ASSUNTO: A REVELAÇÃO DOS HOMENS SOBRE JESUS – JOÃO BATISTA (PRIMEIRA PARTE)

TEMA: JESUS, A REVELAÇÃO VÁLIDA DO PAI PARA A HUMANIDADE

1. A SUA REVELAÇÃO DO PAI TEM VALIDADE POR CAUSA DA SUA IMPORTÂNCIA. V.15
“15 João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim”.

Jesus revela o Pai para nós, não é qualquer revelação, é a única válida para nos levar à presença de Deus, pois a sua importancia é elevadíssima, sobre esta importância de Jesus, algumas questões serão enfatizadas.

a) A importancia de Jesus é testemunhada por Joao (v.15a)
“15 João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim”.

João testemunha sobre Jesus, a palavra testemunha vem do grego “martys” que significa alguém que fala do viu e ouviu, ser testemunha de Jesus é falar de algo real que já aconteceu na sua vida, sobre esta verdade o Rev. Arival Casimiro disse que “testemunhar é dar a vida pela sua fé, contar a verdade sobre quem é Jesus e o que Ele pode fazer pelos pecadores”, ou seja, para ser uma testemunha é preciso ter experimentado Jesus na sua vida, ter passado pelo novo nascimento. João Batista foi uma testemunha da importância de Jesus e nós também devemos fazê-lo, pois Ele tem a importância máxima para nós, se de fato somos cristãos.

b) A importancia de Jesus se dá porque Ele tem a primazia (v.15b)
15 João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim”.

João Batista vai declarar que Jesus tem a primazia. A palavra primazia vem do grego “emprosthen” e significa superioridade, excelencia, preferencia, prioridade. João Batista diz que a importancia de Jesus se dava porque Ele era superior, sobre esta verdade podemos examinar o complemento sobre esta mensagem do profeta em outra passagem “Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” (Mt 3.11), ou seja, João estava dizendo que Jesus era superior a ele, pois o profeta batizava com agua e Ele com o Espírito Santo. Jesus é superior a todos os homens e por isso deve ser a principal prioridade nas nossas vidas.

c) A importância de Jesus se dá porque Ele é eterno (v.15c)
15 João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim”.

 João Batista fez uma declaração que podia parecer controversa para as pessoas, pois ele declarou: “porquanto já existia antes de mim” (v.15c), porque humanamente falando João Batista veio antes de Jesus seis meses, aqui somente cabe uma verdade, a do profeta está falando da eternidade de Jesus, ou seja, Ele já existia eternamente como Deus, Ele não é um ser que passou a existir, Ele sempre existiu, o próprio Jesus afirmou: “Antes que Abraão existisse Eu Sou” (Jo 8.58), Jesus é eterno e sendo eterno a felicidade que nos dá é eterna, a salvação que nos presenteia é eterna, mas a condenação vinda sobre os que o rejeitam também é eterna.

2. A SUA REVELAÇÃO DO PAI TEM VALIDADE POR CAUSA DA SUA PLENITUDE. V.16
“16 Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça”.

A palavra plenitude vem do grego “pleromatos” e significa totalmente preenchido, cheio em abundancia. Jesus não apenas revelou o Pai por causa da sua importancia, mas também por causa da sua plentitude, pois a sua revelação do Pai é plena, sem necessidade de nenhuma nova revelação, sobre este plenitude apredemos que:

a) A plenitude de Cristo é uma realidade e não um mito (v.16a)
“Porque todos nós temos recebido da sua plenitude [...]”

Jesus não quer apenas que o conheçamos, mas que este conhecimento seja pleno. Jesus está disponivel não apenas para salvar, Ele quer que tenhamos intimidade com Ele, deseja que sejamos cheios Dele, cheios com a sua presença. Ter a plenitude de Cristo não é uma utopia, é uma realidade. Eu e você podemos receber a plenitude de Cristo? Seria você colocar Ele em primeiro lugar, tê-lo como a mais importante pessoa da sua vida, ter as suas orações respondidas, ser cheio do Espírito Santo. isto pode acontecer conosco ainda hoje. Precisamos buscar esta plenitude!

b) A plenitude de Cristo é para todos os crentes e não para alguns especiais (v.16b)
“Porque todos nós temos recebido da sua plenitude [...]”

João vai dizer que todos nós podemos receber da plenitude de Cristo, podemos examinar isto no trecho “porque todos nós temos recebido da sua plenitude” (v.16b), Jesus não quer encher alguns crentes “especiais”, porque para Ele todos nós somos especiais e Ele quer trazer sua plenitude para todos desde o doutor até o analfabeto, desde o rico até o pobre. Todos os crentes têm a sua disposição a maior ferramenta de proximidade de Deus que é a sua plenitude, sobre isso o Rev. Hernandes Dias Lopes disse “aquele que é a plenitude de Deus veio para oferecer-nos sua plenitude a todos os crentes”. Peça a Jesus a sua plenitude, diga a Ele quer ser cheio Dele, convide-o para te encher!

c) A plenitude de Cristo é derramada sobre nós por causa da graça de Deus (v.16c)
“Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça”.

A plenitude de Cristo é um fruto da graça, Deus não nos enche por merecimento, mas por graça. Buscar a Deus é uma responsabilidade nossa, mas Deus somente nos enche porque Ele é gracioso. A palavra graça usada aqui vem do grego “Káritos” e significa disposição favorável. Sobre a graça F. F. Bruce comentou: “Nele temos não apenas graça, mas graça sobre graça. A graça está encarnada nele, e quem está nele tem graça abundante. O que os seguidores de Cristo tiram do oceano da plenitude divina é graça - cada onda é constantemente substituída por outra. Não há limites no suprimento de graça que Deus coloca à disposição do seu povo”, por causa da sua graça, Jesus nos oferece a sua pleninude, Ele quer nos encher do seu Espírito, porque Ele nos ama e não porque merecemos.

3. A SUA REVELAÇÃO DO PAI TEM VALIDADE POR CAUSA DA SUA SUPERIORIDADE. V.17
“17 Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo’.

Jesus é superior a moisés, a graça Dele é superior a Lei, a sua verdade é superior á que Moisés apresentou. Iremos trabalhar sobre a superioridade de Cristo, pois Ele é elevado acima de todos os povos, acima de todos os anjos, elevado acima do céu, vamos aprender este versículo 17.

a) Moisés foi quem promulgou a Lei, o que isto significa? (v.17a)
“Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés [...]”

Moisés foi o que estabeleceu a Lei e a promulgou, Segundo William S. Smith “a lei é a base de todo o AT, pois esta traz o modo de buscar a Deus, os Escritos trazem as pessoas se afastando da Lei, e os profetas convidam o povo de volta à Lei”, Moisés promulgou a Lei, mas a Lei apontou o pecado e não o modo de vencê-lo (Rm 9.7), por isso que Moisés já profetizava sobre a primeira vinda de Cristo e que o povo deveria ouvi-lo (Dt 18.15), Moisés trouxe a Lei que condenava o pecado humano, dizendo que Ele estava vivendo em miséria espiritual, pois a Lei de Moisés serviu apenas para nos conduzir a Cristo (Gl 3.24). Portanto, quando Moisés promulgou a Lei, ele estava apontando e dizendo: ‘você está condenado e amaldiçoado, mas em Cristo você tem perdão.

b) Jesus nos outorgou a graça e verdade, o que isto nos ensina? (v.17b)
“[...] a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo”.

Jesus veio para cumprir na sua propria vida todas as exigencias da Lei, Ele assim o fez e nos entregou a sua graça e a sua verdade, sobre isso Warren Wiersbe diz que, “em sua vida, morte e ressurreição, Jesus Cristo cumpriu todos os requisitos da lei; agora, Deus pode compartilhar a plenitude da graça com os que creem em Cristo”. Porém Jesus não trouxe apenas a graça, mas também a verdade, pois, a graça sem a verdade seria enganosa, e a verdade sem a graça seria condenatória, quando o Senhor nos trouxe a sua verdade estava dizendo que Moisés foi mediador da Lei, Jesus além de mediador, Ele personalisou a graça, esta graça é verdadeira, pois a palavra verdade (Gr. “aletéia”, sig. reallidade, sem dissimulação), ou seja a graça de Jesus é real e não apenas aparente. Em Jesus a Graça é real e sua salvação é realidade. Já tens certeza da salvação? Se sua resposta é negativa, entregue-se a Cristo ainda hoje. Se você responde que sim, eu lhe digo que viva em santidade, pois a evidencia de quem alguem é salvo é uma vida real de santidade.

4. A SUA REVELAÇÃO DO PAI TEM VALIDADE POR CAUSA DA SUA DIVINDADE. V.18
“18 Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou”.

Jesus revelou o Pai de modo tão real porque Ele é exatamente Deus com o Pai, sobre isso o autor aos hebreus disse que “1 Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, 2 nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. 3 Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hb 1.1-3), iremos explicar este versiculo 18 dizendo que a reveção que Jesus fez do Pai tem validade por causa da sua divindade.

a) O Pai não pode ser visto por ninguem, o que traz de explicação para mim? (v.18a)
“Ninguém jamais viu a Deus [...]”

Deus é espírito, não pode ser visto por ninguem, as Esccrituras afirma exatamente esta verdade, que Deus não pode ser visto pelos olhos humanos, Paulo afirmou esta invisibilidade de Deus ao dizer: “Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!”, nem os serafins se atreviam a olhar para Ele, eles cobriam o rosto na sua presença (Is 6.2), assim sendo, o ser humano não pode contemplar o Senhor, Ele é invisivel! Nossos olhos não suportam olhar para Ele. Ele não pode ser visto por olhos pecadores! Ver a Deus para o pecador significava morrer, ser fulminado, somente poderiamos ver a Deus por meio de Jesus, fato trabalhado nas proximas linhas.

b) O Pai pode ser visto através do Filho, o que isto me traz de lição? (v.18b)
“[...] o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou”.

Jesus revela o Deus invisivel de maneira perfeita aos nossos olhos porque Ele é Deus com Ele, podemos atestar isso na passagem “o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (v.18b), Ele já havia dito que quem vê a Ele vê o Pai (Jo 14.9), depois vai afirmar que é um com o Pai (Jo 10.30), Jesus como Deus revelou o Deus invisivel aos olhos humanos, Ele afirmou em outra passagem: “Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11.25), ou seja, somente podemos conhecer a Deus por meio de Jesus porque Ele está no seio do Pai e nos traz a revelação perfeita do céu, devido a isto que Ele disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Se você quer receber a revelação salvadora de Deus, precisas entregar a vida a Jesus.

CONCLUSAO
Vimos nesta mensagem que Jesus é unica revelação valida de Deus para a humanidade. Entizamos alguns aprendizados: Primeiro, a sua revelação do Pai tem validade por causa da sua importância: A importancia de Jesus é testemunhada por Joao, se dá porque Ele tem a primazia e porque Ele é eterno. Aplicação: Nós precisamos testemunhar da importancia de Jesus, se de fato, Ele é importante para nós, se Ele não é importante para nós não somos cristãos. Se somos cristãos precisamos dar a primazia a Cristo na nossa vida priorizando Ele em toda a nossa vida. Devemos viver sempre para termos uma felicidade eterna porque Cristo é eterno, Ele sendo eterno sua salvação e felicidade são eternas, mas sua condenação a quem o rejeita também é eterna.Segundo, a sua revelação do Pai tem validade por causa da sua plenitude: Esta plenitude é uma realidade e não um mito, é para todos os crentes e não para alguns especiais e é derramada sobre nós por causa da graça de Deus. Aplicação: Ser cheio de Cristo, ter intimidade com Ele não é algo ilusório, é real, você pode buscar, pois qualquer cristão pode buscar a presença de Cristo hoje e ser cheio Dele, receber da plenitude de Cristo não é por merecimento, mas pela graça de Deus, busque a plenitude de Cristo ainda hoje, seja cheio da sua presença. Terceiro, a sua revelação do Pai tem validade por causa da sua superioridade: Moisés foi quem promulgou a Lei e Jesus nos outorgou a graça e verdade. Aplicação: Moisés promulgou a Lei, esta apontava para Cristo, Jesus é o conteudo principal de toda a Escritura. Jesus nos trouxe a graça de Deus de modo real e intenso (graça sobre graça), sua graça nos traz vida de paz e vida eterna, para desfrutar desta paz no coração e salvação eterna de modo gracioso e real precisamos entregar a vida a Cristo. Quer fazer isso agora? Quarto, a sua revelação do pai tem validade por causa da sua divindade: Pai não pode ser visto por ninguem, mas se revelou através do seu Filho Jesus que é Deus com o Pai. Aplicação: Nós consseguimos aproximar dde Deus por nossas forças ou por nossos méritos, mas nos aproximamos do Senhor por meio da pessoa Divina de Jesus Cristo, Ele é a ponte, o elo, a ligação perfeita entre a terra e o céu. Somente por meio Dele temos livre acesso ao céu. Receba a Jesus como seu Único e Suficiente Senhor e Salvador para que tenhas livre entrada no céu. Faça isso hoje!

AUTOR: Pr. Veronilton Paz da Silva


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM LUCAS 1.46-56

Veredas da Justiça: Sermões que Edificam

TEXTO: LUCAS 1.46-56
“[46] Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, [47] e o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador, [48] porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada, [49] porque o Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome. [50] A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem. [51] Agiu com o seu braço valorosamente; dispersou os que, no coração, alimentavam pensamentos soberbos. [52] Derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. [53] Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos. [54] Amparou a Israel, seu servo, a fim de lembrar-se da sua misericórdia [55] a favor de Abraão e de sua descendência, para sempre, como prometera aos nossos pais. [56] Maria permaneceu cerca de três meses com Isabel e voltou para casa”.

INTRODUÇÃO
Houve uma mulher chamada Mônica que tinha um filho chamado Aurélio Agostinho, eles moravam na cidade de Hipona na África e esta mãe orou muito pela conversão do seu filho e por fim viu seu filho ser tocado e convertido ao Senhor Jesus, tornando-se um dos maiores teólogos e filósofos da história do cristianismo, foi dito por um dos presbíteros chamado Ambrósio quando Agostinho se converteu que “um filho alvo de tantas lágrimas de uma mãe cristã não poderia se perder”. Você ora por seus parentes? Dá exemplo para eles? Os cristãos evangélicos, em especial, os presbiterianos têm por Maria, mãe de Jesus, o mais profundo respeito e admiração. Ela foi um exemplo de mulher virtuosa e nos faz refletir se estamos seguindo o exemplo desta ilustre e abençoada mulher. Neste cântico de Maria narrado por Lucas e intitulado “Magnificat” ela exalta a Deus do começo ao fim, não há um só momento que ela oriente a buscá-la ou cultuá-la; pelo contrário nos induz a adorar ao Deus Único e Verdadeiro e seguir o caminho do Senhor. Iremos extrair algumas lições neste cântico de Maria, as quais serão tratadas com base no tema abaixo.

TEMA: MARIA, UM EXEMPLO DE MULHER VIRTUOSA

1.     TINHA UMA VIDA DE INTIMIDADE COM DEUS. V.46-48

1.1    Ela reconheceu o governo soberano de Deus sobre sua vida. V.46
“Então, disse Maria: A minha alma engrandece ao Senhor”.

a)     O Deus que Maria crê, administra o universo que Ele criou por causa do seu governo.

“Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações” (Sl 22.28).

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9.6).

“34 Mas ao fim daqueles dias, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. 35 Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes? 36 Tão logo me tornou a vir o entendimento, também, para a dignidade do meu reino, tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se me ajuntou extraordinária grandeza. 37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos, justos, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.34-37).


b)    O Deus que Maria crê, sustenta o universo que Ele criou por causa do seu governo.

“Só tu és SENHOR, tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles; e tu os preservas a todos com vida, e o exército dos céus te adora” (Ne 9.6).

“Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder [...]” (Hb 1.3a).

c)     O Deus que Maria crê, direciona o universo e tudo que Nele acontece em favor do seu povo. Rm 8.28
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”.

1.2    Ela reconheceu que precisava da salvação de Deus para sua vida. V.47
“E o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador”.

a)     A salvação que Maria falou aqui é um dom exclusivo de Deus, sem obras.

“[...] Ao SENHOR pertence a salvação!” (Jn 2.9b).

Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus (Ef 2.8)

Depois destas coisas, ouvi no céu uma como grande voz de numerosa multidão, dizendo: Aleluia! A salvação, e a glória, e o poder são do nosso Deus (Ap 19.1).

b)    A salvação que Maria falou aqui é adquirida unicamente por meio da fé, sem obras. Rm 3.28

“Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (Rm 3.28).

“1 Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; 2 por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Rm 5.1-2).

“Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado” (Gl 2.16).

c)     A salvação que Maria falou aqui resulta em uma vida de boas obras. Ef 2.10

“Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10).

“16 Ora, nosso Senhor Jesus Cristo mesmo e Deus, o nosso Pai, que nos amou e nos deu eterna consolação e boa esperança, pela graça, 17 consolem o vosso coração e vos confirmem em toda boa obra e boa palavra” (II Ts 2.17).
                                                                                                                
“Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Ap 14.13).

1.3    Ela reconheceu que era apenas serva de Deus na sua vida. V.48
“Porque contemplou na humildade da sua serva. Pois, desde agora, todas as gerações me considerarão bem-aventurada”.

“Então, disse Maria: Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra. E o anjo se ausentou dela” (Lc 1.38). O servo faz tudo que manda o seu Senhor, vejamos algumas características:

a)     O servo faz tudo que manda o seu Senhor com humildade.
“5 Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, 6 pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; 7 antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, 8 a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.5-8)

b)    O servo faz tudo que manda o seu Senhor com alegria.
“Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico” (Sl 100.2).

c)     O servo faz tudo que manda o seu Senhor com constância. Mt 25.45-51
“45 Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes o sustento a seu tempo? 46 Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim. 47 Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens. 48 Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, 49 e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios, 50 virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe 51 e castigá-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes”.

d)    O Servo faz tudo o que manda o seu Senhor com Exclusividade. Mt 6.24
“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas”.

2.     TINHA UMA VIDA DE CONHECIMENTO DOS ATRIBUTOS DE DEUS. V.49-50

2.1    Reconheceu que Ele é poderoso. V.49a
“Porque o Poderoso me fez grandes coisas [...]”

a)     O Deus poderoso que Maria creu pode ser visto na criação do universo. Ap 4.8-11
8 E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir. 9 Quando esses seres viventes derem glória, honra e ações de graças ao que se encontra sentado no trono, ao que vive pelos séculos dos séculos, 10 os vinte e quatro e anciãos prostrar-se-ão diante daquele que se encontra sentado no trono, adorarão o que vive pelos séculos dos séculos depositarão as suas coroas diante do trono, proclamando: 11 Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.

b)    O poder de Deus é visto na preservação da criação. Sl 104.24-30
“24 Que variedade, SENHOR, nas tuas obras! Todas com sabedoria as fizeste; cheia está a terra das tuas riquezas. 25 Eis o mar vasto, imenso, no qual se movem seres sem conta, animais pequenos e grandes. 26 Por ele transitam os navios e o monstro marinho que formaste para nele folgar. 27 Todos esperam de ti que lhes dês de comer a seu tempo. 28 Se lhes dás, eles o recolhem; se abres a mão, eles se fartam de bens. 29 Se ocultas o rosto, eles se perturbam; se lhes cortas a respiração, morrem e voltam ao seu pó. 30 Envias o teu Espírito, eles são criados, e, assim, renovas a face da terra”.

c)     O poder de Deus é visto na salvação de pecadores. Rm 1.16
“Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego”.

2.2    Reconheceu que Ele é santo. V.49b
“[...] Santo é o seu nome”.

a)     Deus é totalmente santo (ou seja), separado do mal. Hc 1.13a
“Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a opressão não podes contemplar [...]”

b)    Deus é totalmente e exige santidade do seu povo. I Pe 1.13-15
“13 Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. 14 Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; 15 pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, 16 porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo”.

2.3    Reconheceu que Ele é misericordioso. V.50
“A sua misericórdia vai de geração em geração sobre os que o temem”.

a)     A misericórdia do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Lm 3.22a
“As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos [...]”

b)    As misericórdias do Senhor são infinitas. Lm 3.22b-23a
“[...] porque as suas misericórdias não têm fim; [...] renovam-se cada manhã [...]”

c)     As misericórdias do Senhor são firmadas na sua fidelidade. Lm 3.23b
“[...] Grande é a tua fidelidade”.

d)    A misericórdia do Senhor é que traz o perdão dos pecados. Hb 8.12
Pois, para com as suas iniqüidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei.

3.     TINHA UMA VIDA DE CONFIANÇA NAS PROMESSAS DE DEUS. V.51-56

3.1   Ela cria na promessa que Deus fez para quem o buscasse com humildade. V.51-53
“[51] Agiu com o seu braço valorosamente; dispersou os que, no coração, alimentavam pensamentos soberbos. [52] Derribou do seu trono os poderosos e exaltou os humildes. [53] Encheu de bens os famintos e despediu vazios os ricos”.

a)     Deus prometeu que o reino dos céus pertence aos humildes, aqueles que reconhecem sua dependência de Deus. Mt 5.3
“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”
.
b)    Deus prometeu que estaria perto do humilde e longe do arrogante. Sl 138.6
“O SENHOR é excelso, contudo, atenta para os humildes; os soberbos, ele os conhece de longe”.

3.2   Ela cria na promessa que Deus fez para Israel, Abraão e sua descendência. V.54-56
“[54] Amparou a Israel, seu servo, a fim de lembrar-se da sua misericórdia [55] a favor de Abraão e de sua descendência, para sempre, como prometera aos nossos pais. [56] Maria permaneceu cerca de três meses com Isabel e voltou para casa”.

a)     A aliança que o Senhor prometeu a Abraão se estendeu aos seus descendentes.Gn 17.1-14
“1 Quando atingiu Abrão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o SENHOR e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito. 2 Farei uma aliança entre mim e ti e te multiplicarei extraordinariamente. 3 Prostrou-se Abrão, rosto em terra, e Deus lhe falou: 4 Quanto a mim, será contigo a minha aliança; serás pai de numerosas nações. 5 Abrão já não será o teu nome, e sim Abraão; porque por pai de numerosas nações te constituí. 6 Far-te-ei fecundo extraordinariamente, de ti farei nações, e reis procederão de ti. 7 Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência. 8 Dar-te-ei e à tua descendência a terra das tuas peregrinações, toda a terra de Canaã, em possessão perpétua, e serei o seu Deus. 9 Disse mais Deus a Abraão: Guardarás a minha aliança, tu e a tua descendência no decurso das suas gerações. 10 Esta é a minha aliança, que guardareis entre mim e vós e a tua descendência: todo macho entre vós será circuncidado. 11 Circuncidareis a carne do vosso prepúcio; será isso por sinal de aliança entre mim e vós. 12 O que tem oito dias será circuncidado entre vós, todo macho nas vossas gerações, tanto o escravo nascido em casa como o comprado a qualquer estrangeiro, que não for da tua estirpe. 13 Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; a minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua. 14 O incircunciso, que não for circuncidado na carne do prepúcio, essa vida será eliminada do seu povo; quebrou a minha aliança”.

b)    A aliança que o Senhor prometeu aos crentes é para eles e para os seus filhos. At 2.37-39
“37 Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? 38 Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. 39 Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar”.

c)     A aliança que o Senhor estabeleceu com o seu povo, o torna um povo exclusivamente Dele. Hb 8.8-10
“8 E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, 9 não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. 10 Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”.

CONCLUSÃO
Esta mensagem tratou sobre Maria como um exemplo de mulher virtuosa, foram extraídas algumas lições, tais como: Primeira, TINHA UMA VIDA DE INTIMIDADE COM DEUS; Segunda, TINHA UMA VIDA DE CONHECIMENTO DOS ATRIBUTOS DE DEUS; Terceira, TINHA UMA VIDA DE CONFIANÇA NAS PROMESSAS DE DEUS. Maria é uma exemplo não apenas de mulher, mas para todos os cristãos, siga o exemplo de Maria, tenha uma vida presente aos pés do Senhor para que as pessoas vejam seu exemplo e queiram segui-lo. Para você desejamos que: “[24] O SENHOR te abençoe e te guarde; [25] o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; [26] o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz” (Nm 6.24-26).

AUTOR: Veronilton Paz da Silva – Presbítero Licenciado ao Sagrado Ministério pelo PRVP; Missionário Presbiteriano na Cidade de Sumé-PB; Bacharel em Teologia pelo IBHT; Licenciatura em Letras – Língua Portuguesa pela UEPB; Formação de Evangelista/Missionário pelo CEIBEL e CPO/IBN.


ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM I CORINTIOS 1.1-3

Veredas da Justiça: Sermões que Edificam

TEXTO: I CORINTIOS 1.1-3
“1 Paulo, chamado pela vontade de Deus para ser apóstolo de Jesus Cristo, e o irmão Sóstenes, 2 à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: 3 graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo”.

INTRODUÇÃO
A palavra chamado no hebraico é “arq” no grego é “kalew”, e no latim é “vocare”, todas estas indicam para um chamado interior de amor para ser de alguém e fazer algo para alguém, assim é o chamado do evangelho, interno para ser de Cristo, mas que nos leva a fazer algo para o Senhor. Esta carta é de Autoria de Paulo, foi escrita para combater o mundanismo dentro da igreja, cobrar união dos seus membros, exigir que a disciplina fosse exercida nela, também orientou que a liberdade cristã não fosse motivo para fazer cair os irmãos de fé débil, fala sobre o culto, dons espirituais e seu uso da maneira devida na igreja, fala sobre a ressurreição dos mortos e termina com uma doxologia sobre a volta de Cristo e saudação aos irmãos. Nesta primeira parte Paulo se apresenta e fala das suas credenciais de apostolo, bem como rende graças pela igreja, nesta parte ele fala sobre o chamado ministerial e podem dizer também cristão, sobre este assunto iremos extrair algumas lições, tendo como base o tema abaixo.

TEMA: O CHAMADO DO SENHOR PARA O CRISTÃO

1.    É UM CHAMADO PARA O SERVIÇO. V.1.

1.1   O chamado ao serviço é pela vontade de Deus. V.1a
“Paulo, chamado pela vontade de Deus [...]

1.2   O chamado ao serviço é para Jesus Cristo e não para os homens. V.1b
“Paulo, chamado [...] para ser apóstolo de Jesus Cristo [...]”

1.3   O chamado ao serviço é para ser feito por irmãos em Cristo. V.1c
Paulo, chamado [...] e o irmão Sóstenes”.

2.    É UM CHAMADO PARA A SANTIDADE. V.2

2.1   A santidade é para a igreja de Deus. V.2a
“À igreja de Deus que está em Corinto [...]”

2.2   A santidade é para quem está em Cristo. V.2b
“[...] aos santificados em Cristo Jesus [...]”

2.3   A santidade é para ser vista em todo o lugar. V.2c
“[...] chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso”.

3.    É UM CHAMADO PARA A MINISTRAÇÃO. V.3

3.1   A ministração da igreja deve ser graciosa. V.3a
“Graça a vós outros [...]”

3.2   A ministração da igreja dever ser pacifica. V.3b
“[...] e paz, da parte de Deus, nosso Pai [...]”

3.3   A ministração da igreja deve ser cristocêntrica. V.3c
“[...] e do Senhor Jesus Cristo”.

CONCLUSÃO
Esta mensagem falando sobre o chamado do Senhor para o cristão, extraímos algumas lições, as quais foram assim exauridas: Primeira, É um Chamado para o Serviço: Pela Vontade de Deus, para Jesus Cristo e não para os homens e, para ser feito por irmãos em Cristo. Segunda, É um Chamado para a Santidade: Para igreja de Deus, para quem está em Cristo e, para ser vista em todo lugar. Terceiro, É um Chamado para a Ministração: Ela deve ser graciosa, pacifica e cristocêntrica. Você que já é cristão, você tem servido a Cristo? Tem vivido vida santa? Tem ministrado Cristo para aqueles que não o conhecem? Se sua resposta é negativa, arrependa-se hoje e entregue-se totalmente a Cristo, pois um cristão inerte não é um verdadeiro cristão. Se porventura você entrou aqui hoje e ainda não teve um encontro real com Cristo, você precisa hoje romper com o pecado e com qualquer embaraço que houver na sua vida e entregar-se a Ele neste instante. Faça isso urgente, em Nome de Jesus!


AUTOR: Veronilton Paz da Silva – Missionário, Missionário, Bacharel em Teologia, Licenciado em Letras – Língua Portuguesa; Formação Presbiteriana de Evangelista/Missionário; Pos Graduando em Teologia.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM ATO 7.17-36 (AS FASES DA VIDA DE MOISÉS)

Veredas da Justiça: Sermões que Edificam

TEXTO: ATOS 7.17-36
17 Como, porém, se aproximasse o tempo da promessa que Deus jurou a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito, 18 até que se levantou ali outro rei, que não conhecia a José. 19 Este outro rei tratou com astúcia a nossa raça e torturou os nossos pais, a ponto de forçá-los a enjeitar seus filhos, para que não sobrevivessem. 20 Por esse tempo, nasceu Moisés, que era formoso aos olhos de Deus. Por três meses, foi ele mantido na casa de seu pai; 21 quando foi exposto, a filha de Faraó o recolheu e criou como seu próprio filho. 22 E Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios e era poderoso em palavras e obras. 23 Quando completou quarenta anos, veio-lhe a idéia de visitar seus irmãos, os filhos de Israel. 24 Vendo um homem tratado injustamente, tomou-lhe a defesa e vingou o oprimido, matando o egípcio. 25 Ora, Moisés cuidava que seus irmãos entenderiam que Deus os queria salvar por intermédio dele; eles, porém, não compreenderam. 26 No dia seguinte, aproximou-se de uns que brigavam e procurou reconduzi-los à paz, dizendo: Homens, vós sois irmãos; por que vos ofendeis uns aos outros? 27 Mas o que agredia o próximo o repeliu, dizendo: Quem te constituiu autoridade e juiz sobre nós? 28 Acaso, queres matar-me, como fizeste ontem ao egípcio? 29 A estas palavras Moisés fugiu e tornou-se peregrino na terra de Midiã, onde lhe nasceram dois filhos. 30 Decorridos quarenta anos, apareceu-lhe, no deserto do monte Sinai, um anjo, por entre as chamas de uma sarça que ardia. 31 Moisés, porém, diante daquela visão, ficou maravilhado e, aproximando-se para observar, ouviu-se a voz do Senhor: 32 Eu sou o Deus dos teus pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Moisés, tremendo de medo, não ousava contemplá-la. 33 Disse-lhe o Senhor: Tira a sandália dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa. 34 Vi, com efeito, o sofrimento do meu povo no Egito, ouvi o seu gemido e desci para libertá-lo. Vem agora, e eu te enviarei ao Egito. 35 A este Moisés, a quem negaram reconhecer, dizendo: Quem te constituiu autoridade e juiz? A este enviou Deus como chefe e libertador, com a assistência do anjo que lhe apareceu na sarça. 36 Este os tirou, fazendo prodígios e sinais na terra do Egito, assim como no mar Vermelho e no deserto, durante quarenta anos.

INTRODUÇÃO
Eu estava lendo um livro chamado de “Primeiros Passos da Fé Cristã”, este livro faz uma comparação entre as fases da vida cristã e as fases da vida humana, descrevendo as fases da vida humana como: Nascer, comer, andar, crescer e tornar-se adulto. Esta passagem lida trata sobre o primeiro mártir da igreja chamado Estevão, que era diácono e muito conhecedor das Escrituras, não iremos tratar sobre o martírio de Estevão, faremos isto em um outro momento se Deus permitir, trataremos sobre uma outra personalidade citada por Estevão, cujo nome é Moisés, o qual era filho de Joquebede e Anrão (Êx 6.20), nasceu em um período turbulento, pois o povo de Deus cresceu no Egito por meio da ação de Deus por intermédio de José, o povo se multiplicou, mas um outro rei que não conheceu José começou a afligir o povo de Deus (v.17-19), até mesmo as crianças sofreram com a perseguição assassina daquele Faraó (v.19), mas Deus está no controle mesmo quando as nuvens estão negras, nasceu Moisés, sua mãe o escondeu por três meses, depois disto o colocou no rio Nilo e ali começa toda a história, que pode ser dividida em três fases de 40 anos cada (v.23, 30, 36), sobre isto iremos tratar a partir deste instante, tendo como base o tema abaixo.

TEMA: AS FASES DA VIDA DE MOISÉS

1.    EU TUDO POSSO. V.20-22

1.1   Moisés foi criado como um príncipe: Filho da filha de Faraó. V.20-21
“20 Por esse tempo, nasceu Moisés, que era formoso aos olhos de Deus. Por três meses, foi ele mantido na casa de seu pai; 21 quando foi exposto, a filha de Faraó o recolheu e criou como seu próprio filho”.

1.2   Moisés foi educado como um príncipe: Em toda ciência dos egípcios. V.22a
“E Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios [...]”

1.3  Moisés foi preparado como um príncipe: Poderoso em palavras e obras. V.22b
“[...] e era poderoso em palavras e obras.

2.    EU NADA POSSO. V,23-29

2.1   Ele tentou defender seu povo, mas foi incompreendido. V.23-25
“23 Quando completou quarenta anos, veio-lhe a idéia de visitar seus irmãos, os filhos de Israel. 24 Vendo um homem tratado injustamente, tomou-lhe a defesa e vingou o oprimido, matando o egípcio. 25 Ora, Moisés cuidava que seus irmãos entenderiam que Deus os queria salvar por intermédio dele; eles, porém, não compreenderam”.

2.2   Ele tentou trazer paz ao seu povo, mas foi injustiçado. V.26-28
“26 No dia seguinte, aproximou-se de uns que brigavam e procurou reconduzi-los à paz, dizendo: Homens, vós sois irmãos; por que vos ofendeis uns aos outros? 27 Mas o que agredia o próximo o repeliu, dizendo: Quem te constituiu autoridade e juiz sobre nós? 28 Acaso, queres matar-me, como fizeste ontem ao egípcio?”

2.3  Ele tentou fugir de tudo e todos, tornando-se errante e abandonado. V.29
“A estas palavras Moisés fugiu e tornou-se peregrino na terra de Midiã, onde lhe nasceram dois filhos”.

3.    DEUS TUDO PODE. V.30-36

3.1   Deus falou com o seu servo de uma maneira sobrenatural. V.30-33

a)    Falou por meio de um fogo que queimava sem consumir. V.30
“Decorridos quarenta anos, apareceu-lhe, no deserto do monte Sinai, um anjo, por entre as chamas de uma sarça que ardia”.

b)    Falou de tal forma que seu servo se aproximou Dele. V.31
“Moisés, porém, diante daquela visão, ficou maravilhado e, aproximando-se para observar, ouviu-se a voz do Senhor”.

c)    Falou como Aquele que é Eternamente o Mesmo. V.32a
“Eu sou o Deus dos teus pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó [...]”

d)    Falou de maneira que o temor tomou conta do seu servo. V.32b
“[...] Moisés, tremendo de medo, não ousava contemplá-la”.

e)    Falou de um modo que o seu caráter santo foi contemplado. V.33
“Disse-lhe o Senhor: Tira a sandália dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa”.

3.2  Deus usou o seu servo de uma maneira sobrenatural. V.34-36

a)    Deus enviou o seu servo para consolar o sofrimento e aflição do seu povo. V.34
“Vi, com efeito, o sofrimento do meu povo no Egito, ouvi o seu gemido e desci para libertá-lo. Vem agora, e eu te enviarei ao Egito”.

b)    Deus nomeou o seu servo líder sobre o seu povo. V.35
“A este Moisés, a quem negaram reconhecer, dizendo: Quem te constituiu autoridade e juiz? A este enviou Deus como chefe e libertador, com a assistência do anjo que lhe apareceu na sarça”.

c)    Deus fez por meio do seu servo sinais e prodígios em favor do seu povo. V.36
“Este os tirou, fazendo prodígios e sinais na terra do Egito, assim como no mar Vermelho e no deserto, durante quarenta anos”.

CONCLUSÃO
Esta mensagem tratou sobre as fases da vida de Moisés, cada uma destas fases foi de 40 anos, extraímos as seguintes lições baseadas nestes momentos vividos por Moisés: Primeira, Moisés pensava: Eu Tudo Posso: Foi criado como príncipe: Filho da filha de Faraó, educado como príncipe em toda a ciência do Egito e preparado para viver como príncipe, pois era poderoso em palavras e obras. Segunda, Moisés prescrutava: Eu Nada Posso: Foi incompreendido, injustiçado e abandonado pelo seu povo que tentou ajudar; Terceira, Moisés chega a conclusão gloriosa que: Deus Tudo Pode: O senhor falou com Ele de uma maneira sobrenatural – Por um fogo que queimava sem consumir, o aproximando Dele, Provando que é Eternamente o mesmo, sua fala poderosa  causou temor no seu servo e este contemplou seu caráter santo, Deus usou seu servo de maneira sobrenatural: Consolando a aflição e sofrimento do seu povo, liderando seu povo e realizando por meio do seu servo grandes sinais e prodígios em favor do seu povo. Voce está em qual destas fases? Achando que você pode tudo ou no fundo do poço pensando que nada mais pode fazer? Convido você a entrar nesta terceira fase, pois o seu Deus tem todo poder, ELE TUDO PODE! ALELUIA! GLORIAS A DEUS! Voce pode agora mesmo entregar-se aos cuidados deste Deus Todo Poderoso. Faça isto agora em Nome de Jesus! Amém!

AUTOR: Veronilton Paz da Silva – Licenciado ao Sagrado Ministério (PRVP); Missionário Presbiteriano na Cidade de Sumé-PB; Bacharel em Teologia (IBHT); Licenciatura Plena em Letras – Lingua Portuguesa (UEPB); Formação Presbiteriana de Evangelista/Missionário (CPO/IBN e CEIBEL); Pos Graduando em Estudos Teologicos (CPAJ/Mackenzie)