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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM ROMANOS 2.1-4

TEXTO: ROMANOS 2.1-4

INTRODUÇÃO

Esta Carta tem como autor o apóstolo Paulo (Rm 1.1), escrita por Tércio (Rm 16.22), é a carta mais teológica de Paulo, ensinou o pecado universal sobre judeus e gentios (Rm 3.9); sendo justificados pela fé sem obras (Rm 3.28; Rm 5.1); o Espírito Santo age no cristão confirmando sua salvação e vivendo Nele (Rm 3.9,15,16); Deus é soberano na salvação de judeus e gentios (Rm 8-11), os cristãos devem viver o evangelho na prática (Rm 12-16). Na passagem trata sobre a pecaminosidade dos judeus, sendo falsos moralistas que falam da verdade, mas não vivem aquilo que ensinam, sobre isso iremos ver lições segundo o tema sugerido.

TEMA: O JUÍZO DE DEUS CONTRA O FALSO MORALISMO!

1. O FALSO MORALISTA É INDESCUPÁVEL POR CAUSA DO SEU CONHECIMENTO. V.1

1.1 O falso moralista conhece a verdade do evangelho (v.1)

Paulo nos afirma aqui o falso moralista como alguém que tem conhecimento bastante para jugar as atitudes erradas, vejamos: “Portanto, és indesculpável, ó homem, quando julgas, quem quer que sejas […]” (v.1). O termo julgar (Gr. Krinô) indica discernimento, conhecimento. Lições: A. O conhecimento que o moralista tem é segundo a carne: “Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne; e, se antes conhecemos Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo” (II Co 5.16). B. O conhecimento deles nunca o levam á verdade para salvação: “Que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade” (II Tm 3.7). C. O conhecimento do moralista é apenas externo sem um reconhecimento do poder de Deus: “Porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato” (Rm 1.21)

1.2 O falso moralista tem o seu conhecimento separado da prática (v.1)

Além de dizer que o falso moralista tem conhecimento, vai se afirmar que este conhecimento incoerente com a prática, observemos: “[…] porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas […]” (v.1). Verdades: A. Conhecer sem praticar é um engano espiritual: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg 1.22). B. Conhecer sem praticar leva à condenação (v.1). C. Conhecer sem praticar torna o homem indesculpável diante de Deus: “Portanto, és indesculpável, ó homem ..]” (v.1)

1.3 O falso moralista fala muito bem e vive muito mal (v.1)

O texto afirma que este homem que fala bem, mas vive mal, segundo está escrito: ”[…] pois praticas as próprias coisas que condenas” (v.1). Aplicações: A. O falso moralista diz e não faz como os fariseus: “Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mt 23.3). B. O falso moralista tem duas caras falando de acordo com a conviniência: “Falam com falsidade uns aos outros, falam com lábios bajuladores e coração fingido” (Sl 12.2). C. O falso moralista tem facilidade de falar, mas sua vida é enganosa: Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando” (Jo 15.14)

2. O FALSO MORALISTA É INDESCULPÁVEL PORQUE NÃO VÊ SEUS ERROS. VV.1-2

2.1 Ele julga corretamente os erros de certas pessoas. V.1

O texto nos informa que o falso moralista julga os erros de outras pessoas de forma certa, como se observa: “Portanto, és indesculpável, ó homem, quando julgas, quem quer que sejas; porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas […]” (v.1). Notas: A. Ele vê o cisco no olho do outro: “Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?” (Mt 7.3). B. Ele julga com facilidade os erros alheios (v.1). C. Ele julga sem misericórdia: “Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg 2.13)

2.2 Ele vive erroneamente naquilo que condena os outros. V.1

O homem que é falso moralista vive de forma errada no que condena as outras pessoas, conforme observamos: “[…] no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas” (v.1). Aprendizados: A. Ele julga as demais pessoas e realiza as mesmas coisas que condena (v.1). B. Ele julga os outros e será julgado na mesma medida: “Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também” (Mt 7.2). C. Ele ao observar os erros dos outros esquece dos seus: 3 Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão” (Mt 7.3-5)

2.3 Ele caminha para a condenação de Deus. V.2

O texto bíblico está nos dizendo que o falso moralista além de julga os erros, erra naquilo que condena e caminha para o juízo de Deus, segundo vemos: “Bem sabemos que o juízo de Deus é segundo a verdade contra os que praticam tais coisas” (v.2). Explicações: A. Ele caminha para a condenação porque vive na pratica do pecado (v.2). B. Ele caminha para condenação apesar do conhecimento e julgamento correto sobre os erros (v.2). C. Ele caminha para a condenação, pois vive uma farsa, vivendo uma vida de ilusão (v.2)

3. O FALSO MORALISTA É INDESCUPÁVEL PORQUE POSSUI UMA FALSA SEGURANÇA. V.3-4

3.1 Ele possui uma falsa segurança porque prega e vive em pecado. V.3

O texto afirma que há uma falsa segurança por está vivendo numa vida de pecado, segundo observamos: “Tu, ó homem, que condenas os que praticam tais coisas e fazes as mesmas […]” (v.3). Ensinamentos: A. Saber a verdade não indica salvação, mas praticar o evangelho (v.3). B. Viver na pratica do pecado indica que não se conhece a Deus: “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (I Jo 3.9). C. O pecado não traz vida, ele gera a morte espiritual e eterna: “Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tg 1.15).

3.2 Ele possui uma falsa esperança e não imagina o que o espera: Juizo (v.3)

O texto da Escritura nos orienta que a falsa esperança o fazia viver em pecado, achando que escaparia do juízo, conforme observamos: “[…] pensas que te livrarás do juízo de Deus?” (v.3). Verdades: A. Ele possui uma falsa segurança porque acha que escapará do juízo vivendo em pecado (v.3). B. Ele possui uma falsa segurança porque o juízo de Deus virá contra toda impiedade, mesmo dos que se dizem cristãos: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” (Rm 1.18). C. Ele possui uma falsa segurança porque o juizo de Deus iniciará dentro da sua casa: “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?” (I Pe 4.17).

3.3 Ele Possui Uma Falsa Segurança Porque interpreta errado a teologia bíblica. V.4

O texto indica o falso moralista judaizante interpretando o que ensina a teologia bíblica: “Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?” (v.4). Notas: A. Eles interpretavam errado a bondade de Deus (v.4). B. Eles interpretavam errado a tolerância de Deus (v.4). C. Eles interpretavam errado a longanimidade de Deus (v.4). D. Eles interpretavam errado que tudo citado anteriormente deveria gerar arrependimento (v.4).

CONCLUSÃO

Nós vimos nesta mensagem que Deus derrama seu juízo contra o falso moralista. Nós vimos que o falso moralista é indesculpável por que tem conhecimento, não vê seus erros e possui uma falsa segurança. Aplicação: Crentes: Você que já conhece a Palavra de Deus, precisa viver aquilo que prega, o falso moralismo é uma praga dentro da Igreja, pois estes condenam os outros e cometem os mesmos erros, possuem um esperança fajuta vivendo em pecado, mas receberá o juízo divino. Você se encontra nessa situação? Então saia do falso moralismo, viva uma vida cristã autêntica, pois do contrário não é verdadeiro cristão. Não Crentes: Nós vimos em uma parte dessa mensagem que o juízo de Deus virá sobre todos, a única maneira de escapar dessa ira vindoura de Deus é tendo um encontro pessoal com Jesus e vivendo com Cristo. Você deseja ter certeza de vida eterna e se livar da eterna danação, receba Jesus hoje como seu ùnico e Suficiente Senhor e Salvador! Quer fazer isso hoje?

AUTOR: Rev. Veronilton Paz da Silva.

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