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quinta-feira, 17 de abril de 2025

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM APOCALIPSE 1.9-11

TEXTO: APOCALIPSE 1.9-11

9 Eu, João, irmão vosso e companheiro na tribulação, no reino e na perseverança, em Jesus, achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus. 10 Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, 11 dizendo: O que vês escreve em livro e manda às sete igrejas: Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodiceia”.

INTRODUÇÃO:

Autoria do livro é atribuída a João, nesta Ele vai trazer uma revelação dada por Jesus Cristo à sua Igreja sobre as coisas que devem acontecer, este livro é cheio de símbolos, trazendo verdades por meios destes, assim sendo, Jesus vai demonstrar por meio de João esta mensagem para consolar, exortar, consertar e trazer esperança para sua igreja.

ASSUNTO: JESUS, O AUTOR DA REVELAÇÃO DIVINA

TEMA 3: JESUS USA UM INSTRUMENTO HUMANO PARA ENTREGAR A REVELAÇÃO

I. A PESSOA QUE RECEBEU A REVELAÇÃO: JOÃO. V.9

a) O nome João significa Deus é graça (v.9).

João demonstra a graça de Deus no seu nome. Vejamos algumas lições: 1. Deus chama homens pela sua graça: “Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça (Gl 1.15). 2. Deus salva homens pela sua graça: ”Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus (Ef 2.8). 3. Deus usa homens pela sua graça: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo” (I Co 15.10). Deus é gracioso, o nome de João nos ensina isso!

b) O nome João é um dos discípulos mais próximos de Jesus (v.9).

João fazia parte dos doze discípulos e dentre estes dos três mais próximos de Jesus. Lições: 1. É preciso ter intimidade com Jesus: “Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, Tiago e João e levou-os sós, à parte, a um alto monte. Foi transfigurado diante deles” (Mc 9.2). 2. É preciso reconhecer a voz de Jesus: Aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: É o Senhor! Simão Pedro, ouvindo que era o Senhor, cingiu-se com sua veste, porque se havia despido, e lançou-se ao mar” (Jo 21.7). 3. É preciso proclamar sua experiência de conversão com Jesus: 19 Mas Pedro e João lhes responderam: Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; 20 pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (At 4.19-20).

c) O nome de João é de um discipulo que viu a humilhação e exaltação de Cristo.

João viu a humilhação e exaltação de Jesus: 1. Ele viu Cristo agonizando com a voz embargada ao pé da cruz: 25 E junto à cruz estavam a mãe de Jesus, e a irmã dela, e Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena. 26 Vendo Jesus sua mãe e junto a ela o discípulo amado, disse: Mulher, eis aí teu filho” (Jo 19.25-26). 2. Ele viu Cristo glorificado com a voz gloriosa: 10 Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta, 15 os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas” (v.10; 15). 3. Ele viu Cristo e recebeu a revelação da sua vinda gloriosa: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! (Ap 1.7).

II. AS CARACTERÍSTICAS DA PESSOA QUE RECEBEU A MENSAGEM

a) É irmão e companheiro na tribulação. V.9a

Ele se autodenomina irmão e companheiro. João não se sente melhor do que os demais irmãos nem se enaltece por ter recebido uma alta revelação, ele diz para igreja: “Eu, João, irmão vosso e companheiro convosco na tribulação [...]” (v.9a). verdades: 1. Ele se observa como irmão - Gr.“Adelphos”, irmão, filho de um mesmo Pai, isto é, ntes de ser líder era familia de Deus (v.9). 2. Ele era companheiro - Gr. “Synkoinônos, parceiro, participante, eles trabalhavam juntos no reino (v.9). 3. Ele estava dentro da tribulação com eles - Gr. “Thlipsei’, luta, combate, sofrimento (v.9). Ele eram iguais no serviço de Cristo e também na tribulação, pois a igreja está no meio deste conflito entre o reino de Deus e das trevas. Ser cristão não é uma colônia, mas um combate, ou melhor, um bom combate por Cristo! Sofrer para o crente é um prenúncio de glória!

b) Persevera no reino trazido por Jesus. V.9b

João vai dizer que está perseverando no reino de Deus trazido por Jesus, segundo está registrado: “Eu, João, irmão vosso [...] no reino, e na perseverança em Jesus [...]” (v.9b). Lições: 1. A igreja é o povo sobre o qual o Reino já veio, mas de forma provisória na terra e um dia herdarão o Reino quando ele vier na sua plenitude na nova terra (v.9). 2. Enquanto não chega o grande dia, perseveramos em seguir ao Senhor, pois, o salvo persevera até o fim, pois Deus o preserva (v.1,2,9). 3. A Igreja é o povo que vive em, com e para Jesus (v.9). João declara que vive no reino, persevera no reino e segue o rei do reino que é Jesus!

c) Sofre dano por causa do seu testemunho fiel do evangelho. V.9c

João foi preso pelo império romano por causa do seu testemunho fiel ao Nome de Jesus, como está escrito: “Eu, João, irmão vosso [...] estava na ilha chamada Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus” (v.9c). Verdades: 1. Joao estava preso na Ilha de Patmos porque cria na palavra de Deus (v,9). 2. João preferiu a prisão e até a morte do que negar o nome de Jesus (v.9). Será que se fossemos colocados numa situação dessa como agiríamos? Confessariamos ou negariamos a Jesus?

III. A MENSAGEM QUE A PESSOA RECEBEU. VV.10-11

a) Recebe a revelação diretamente de Deus (v.10).

A revelação de João foi inspirada por Deus porque foi recebida diretamente de Deus, como podemos observar no texto: “Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi por detrás de mim uma grande voz, como de trombeta” (v.10). Lições: 1. João ouviu a voz de Cristo no dia de culto: “Dia do Senhor - Dominica Die” (v.10a). 2. Joao ouviu a voz de Cristo de Cristo de forma grandiosa: Grande voz (v.10b). 3. João ouviu a voz de Cristo de forma preparatória: Trombeta (v.10c). João ouviu a poderosa voz de Cristo como trombeta, no lugar do exílio, o Senhor fala com Ele como fazia quando reclinava a cabeça sobre seu peito, o Todo-Poderos fala conosco ainda hoje. Busque ouvir a voz de Cristo!!!

b) Recebe a revelação para transmitir à Igreja (v.11).

Ele tinha a missão fazer a mensagem chegar às igrejas, conforme se examina: “Que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia” (v.11). Lições: 1. A mensagem ser escrita indica que precisa ser registrada fiel e perpetuamente (v.9). 2. Esta carta deveria ser repassada as sete igrejas da Ásia: Elas precisavam de conforto, conserto e mudança. 3. Deus ainda fala conosco hoje pela sua palavra: Confortando, consertando e transformando (v.11).

c) A revelação deve ser recebida pela igreja (Ap 1.3).

João deveria entregar a revelação de Deus para Igreja: Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo” (v.3). Aplicações: 1. A Palavra deve ser lida e ouvida (v.3a). 2. A Palavra deve ser praticada (v.3b). 3. A palavra não deve ser negligenciada porque o fim se aproxima (v.3). A Igreja precisa receber a revelação escrita de Deus, pois é Palavra de Deus.

APLICAÇÃO 3: Vimos que Jesus usou João para trazer conforto, conserto e mudança na sua igreja. Crentes: João foi usado por Deus para receber esta revelação de Deus e transmiti-la ao povo de Deus, nós podemos ser usados por Deus para transmitir sua vontade ao seu povo e pregar o evangelho para que mais pessoa ingressem no seu povo. Vamos fazer? Quem está comigo?. Não crentes: Nós vimos em uma parte da mensagem que o nome de João significa “Deus é graça”, isto indica que Deus salva homens pela sua graça. Você pode ainda hoje receber a Jesus e ter certeza absoluta da sua salvação. Você quer fazer isso hoje?

AUTOR: Pastor Veronilton Paz

 

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM APOCALIPSE 1.4-8

TEXTO: APOCALIPSE 1.4-8

4 João, às sete igrejas que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele que é, que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono 5 e da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, 6 e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! 7 Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! 8 Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.

INTRODUÇÃO

A origem da palavra Trindade é trinitas é significa três em um. O conceito da Trindade é fundamento na compreensão da existência de três pessoas divinas distintas (diferente do unitarismo), que tem sua própria funcionalidade (diferente do unicismo), que coexistem desde a eternidade (diferente do modalismo), são unas em essência e propósito (diferente do politeísmo), reais e ativas no mundo desde sua fundação (diferente do ateísmo) e defendida pelas Escrituras (diferente da nova escola). Considerando isso, abaixo passamos a demonstrar ocasiões no Novo Testamento que apontam para a comprovação da sentença e a Bíblia. Estes versículos 4 – 8 trazem a presença das três pessoas da Trindade e sua ação na igreja, como disse José Martins: A salvação pode ser descrita como a Trindade em nosso favor, assim sobre esta doutrina vamos analisar a ação de cada uma destas pessoas com base no tema abaixo.

ASSUNTO: JESUS, O AUTOR DA REVELAÇÃO DIVINA

TEMA 2: JESUS REVELA A AÇÃO DA TRINDADE PRESENTE NA VIDA DA IGREJA

1. A PRESENÇA DE DEUS PAI É EVIDENCIADA. V.4a, 8

a) A eternidade de Deus Pai está claramente colocada. V.4a,8b

Nesta passagem são descritas como sendo eternamente o mesmo, como a passagem indica: 4 João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça a vós e paz da parte daquele que é, e que era, e que há de vir [...] 8 [...] Aquele que É, e que Era, e que Há de Vir, o Todo-Poderoso” (vv.4a,8b). Deus sempre foi eterno, devido a isto a salvação que Ele oferece é eterna (Jo 10.28), a condenação também é eterna (Ap 20.10). A eternidade de Deus apresenta que tudo que Ele oferece é eterno, seja felicidade eterna para os que se entregam a Ele ou tormento eterno para os que o rejeitam. Você receberá felicidade ou castigo eterno?

b) O ínicio e o fim de todas as coisas é Deus Pai. V.8a

Jesus vai dizer que o principio e o fim de tudo está em Deus, conforme se observa: “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus [...]” (v.8b). O princípio veio a existência por causa de Deus, pois foi Ele que criou tudo (Gn 1.1), além de criar, o Senhor ssutenta a criação e preserva a todos com vida (Ne 9.6) e o fim de tudo é a glória Dele (Rm 11.36), pois nunca houve Deus antes Dele e não haverá depois, Ele é único, tudo existe por Ele, por meio Dele e para Ele. Aleluia!!!

c) Ele tem todo poder para agir na igreja. V.8c

A Escritura ainda vai dizer que Deus tem todo poder, consoante se verifica: “[...] o Todo - Poderoso” (v.8c). O termo grego aqui usado é “Pantokratô” e indica que Deus é autossuficiente em si mesmo, não depende de ninguem para realizar nenhuma das suas obras, realiza todas as coisas conforme o conselho da sua vontade (Ef 1.11), quando Ele age ninguem pode deter sua mão nem lhe perguntar o que fazes (Dn 4.35), nada há impossível para Ele (Lc 1.37), pois tem todo poder!!! Glórias a Deus! Este versículo se refere ao Filho também (Ap 1.17; 2.8; 22.13; Ap 22.6,16).

2. A PRESENÇA DE DEUS ESPÍRITO SANTO TAMBÉM É EVIDENCIADA. V.4b, 4c

a) O Espírito Santo é a plenitude de Deus para a igreja. V.4b

Nesta passagem ele usa a expressão sete espíritos de Deus, conforme se registra: “[...] e da parte dos sete espíritos de Deus” (v.4b). Mas, Deus tem sete espíritos? A resposta bíblica é não. Então, o que significa esta expressão? Vejamos, sete na numerologia grega simboliza plenitude, ser cheio do poder do Espírito Santo (Ef 5.18), e Jesus trouxe o Espírito Santo para que nos enchamos dele. Um crente que não é cheio do Espírito Santo está pecando, pois é uma ordem de Deus, como ser cheio do Espírito Santo? Biblia, oração e igreja.

b) O Espírito Santo está sempre junto ao trono para levar as orações da igreja. V.4c

O Espírito Santo está junto ao trono de Deus, como se exaure a seguir: “[...] Sete espíritos de Deus que estão diante do seu trono” (v.4c). O Espírito santo intercende por nós com gemidos inexprimeiveis porque não sabemos orar direito (Rm 8.26-27), então, Ele junto ao trono de Deus indica que está ali para levar as nossas orações, Cristo é nosso intercessor legal como advogado (Rm 8.34, I Jo 2.1), o Espírito Santo é nosso intercessor circunstancial, levando as petições a Cristo que as apresenta ao Pai e o Pai as responde segundo a vontade Dele!

c) O Espírito Santo é Deus junto ao Pai e ao Filho. At 5.3-4

A Bíblia declara a divindade do Espíurito Santo: 3 Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo? 4 Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (At 5.3-4). O Espírito Santo não é uma força ou influência, é uma pessoa, a Terceira Pessoa da Trindade, é Deus!

3. A PRESENÇA DE DEUS FILHO É IGUALMENTE EVIDENCIADA JUNTO AO PAI E ESPÍRITO SANTO. V.5-7

a) Seu testemunho atesta a sua fidelidade. V.5a

Jesus trouxe o testemunho perfeito do ceu para nós, seu testemunho foi fiel, como está escrito: “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha [...]” (v.5a). Dr. Hernandes Dias Lopes disse que “Cristo foi fiel durante o seu ministério, sempre testemunhando sobre o Pai, mesmo na hora do sofrimento e morte”, A fidelidade de Cristo no seu testemunho deve nos incentivar a sermos fieis no testemunho do evangelho, Cristo não trocou o testemunho fiel por facilidades, nós devemos imitá-lo!

b) Ele é o primeiro a vencer a morte para nunca mais passar por ela. V.5b

A passagem diz: “E da parte de Jesus Cristo [...] o primogênito dos mortos [...]” (v.5b). Esta expressão significa que Jesus foi o primeiro a vencer a morte para nunca mais passar por ela. ele está vivo para todo o sempre, nós não cremos em um Cristo que esteve vivo e está morto, mas que esteve morto e está vivo para sempre. Ele estando vivo, está presente aqui e algo transformador pode acontece neste lugar porque o Cristo vivo está presente aqui! Aleluia!!!

c) Jesus governa sobre todos os reinos da terra. V.5c

O texto continua qualificando a pessoa de Jesus dizendo: “E da parte de Jesus Cristo [...] o Soberano dos reis da terra” (v.5c). Ele é quem governa os reis, imperios e governos. Ele é quem coloca autoridades e também quem as tira do poder, Ele está no controle de todas as coisas, nada acontece sem que Ele decrete e governe tudo. Ele é Soberano, nas suas mãos estão a força e o poder. Este é Jesus, o Divino Rei do Universo, Soberano sobre todas as coisas! Aleluia!!!

d) Jesus nos comprou com seu sangue derramado em nosso favor. V.5d-6

I. Ele derramou seu sangue por amor. V.5d

A Escritura vai afirmar que a morte de Cristo por nós foi por amor, como podemos observar: “[...] Aquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados” (v.5d). Jesus teve um ato de amor extremo por nós, pois o que merecíamos era seu ódio, desprezo e julgamento por causa dos nossos pecados, mas Ele resolveu nos amar e vir habitar entre nós para nos acollher. Que amor é esse tão grande é esse? Eu não mereço tão grande amor!!! Ele morreu por nós e nós precisamos apenas rendermos a vida a Ele!!!

II. Pela sua morte nos introduziu no reino de Deus. V.6a

Jesus por sua morte nos inroduziu no seu reino espiritual, comforme está escrito: “E nos fez reino [...]” (v.6a). Hoje somos súditos do Rei Jesus no seu reinado espiritual, e quando Ele voltar nós faremos parte do seu reinado pleno, pois sua morte e ressureição nos intriduziu, por isso quando dizemos “venha o teu reino” estamos pedindo que ele se espanda a outros que ainda estão fora!

III. Pela sua morte abriu nosso caminho a Deus e nos tornou sacerdotes. V.6b

Jesus com sua obra na morte e ressurreição nos fez sacerdotes para Deus, segundo nos informa o seguinte trecho: “[...] e nos fez [...] sacerdotes para Deus, seu Pai [...]” (v.6b). O que significa esta declaração? Significa que hoje todo crente é um sacerdote, ou seja, qualquer irmão em Cristo pode orar e pregar a palavra de Deus, Lutero chamou essa verdade de Sacerdócio Universal dos Santos”, todos nós podemos adorar a Deus livremente, pois somos sacerdotes de Deus!

IV. Sua morte e ressurreição nos leva a render a glória devida a Ele. V.6c 

Devemos glorificar ao Senhor, pois Ele com sua obra nos livrou da morte e do inferno, por isso merece toda glória, conforme o versículo seguinte aponta: “[...] a Ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém” (v.6c). Não devemos render glória e honra a nenhuma outra pessoa senão ao Senhor.

e) Jesus voltará outra vez para nos buscar. V.7

“Eis que vem com as nuvens [...]”.

I. Sua volta será visível. V.7a

Jesus voltará visível a olho nu para todas as pessoas como afirma o versículo: “Eis que vem com as nuvens [...]”.e todo olho o verá [...]” (v.7a). Jesus será visto no céu por todos, assim sendo cai por terra a doutrina do arrrebatamento secreto, pois todos o verão vindo nas nuvens do céu.

II Ele virá para julgar todos os homens de todas as épocas. V.7b

Todas as pessoas serão julgadas por Jesus, não apenas as desta época atual, mas “[...] até mesmo aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim”. Todos comparecerão diante de Jesus, pois, haverá ressurreição de justos para salvação e injustos para condenação (Jo 5.28-29), ou seja, aqueles homens que mataram e escarneceram de Jesus se lamentarão quando comparecerem diante Dele, mas será tarde demais.

f) Jesus é Deus verdadeiro junto ao pai e Espírito Santo. V.8

Jesus é chamado de Deus junto ao Pai, aqui diz do Deus que era, é e há de vir, quem há de vir é Jesus (v.8), a Bíblia afirma que Ele é o Alfa e ômega (Ap 1.8), Primeiro e o último (Ap 1.17), que Ele é o Deus dos profetas que enviou seu anjo para notificar as verdades aos seus servos (Ap 22.6,16), Há vários textos que demonstram a divindade de Jesus (Jo 1.1), Ele é um com o Pai (Jo 10.30), é igual a Deus (Jo 5.18).

APLICAÇÃO 2: Nós observamos sobre a Trindade, a presença do Pai, Filho e Espírito Santo presente na Igreja. Queridos! Entregue-se a este Deus maravilhoso que planejou na eternidade um futuro de paz para você, executou a salvação no sangue de Jesus e aplica esta salvação no nosso coração por meio do seu Espírito Santo. Se a trombeta tocasse agora e você tivesse que comparecer diante de Cristo, você estaria preparado (a)? Se a resposta é negativa volte-se para Cristo agora! E você que já é crente, pregue a Palavra de Deus, anuncie este evangelho!!! Você pode ter certeza da sua salvação! Jesus promete isto!

AUTOR: Pastor Veronilton Paz da Silva

 

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM APOCALIPSE 1.1-3

 TEXTO: APOCALIPSE 1.1-3

1 Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João, 2 o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu. 3 Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.

INTRODUÇÃO

O livro de Apocalipse significa revelação, foi escrito por João, as circunstâncias em que este livro foi escrito era de perseguição brutal contra o cristianismo. Jesus orientou que João escrevesse, pois queria que a Palavra fosse preservada para melhor propagação da verdade e conforto da igreja, sobre a Palavra de Deus iremos aprender algumas lições, exposta a partir do tema sugerido.

ASSUNTO: JESUS, O AUTOR DA REVELAÇÃO DIVINA

TEMA 1: JESUS TROUXE A REVELAÇÃO ATRAVÉS DA PALAVRA DE DEUS

1. A PALAVRA DE DEUS É UMA REVELAÇÃO DE JESUS CRISTO. V.1

a) Foi revelada por Jesus Cristo aos servos de Deus. V.1a

Jesus revelou a João, afim de que escrevesse, para que a igreja tomasse conhecimento e fosse orientada das coisas que iriam acontecer, conforme está escrito: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer” (v1a). O texto diz que Deus ordenou que sua Palavra fosse escrita para que nós soubessemos do que aconteceria para que a igreja fosse consolada crendo na vitória de Cristo que ocorreria em breve. A revelação de João foi escrita, é inspirada, então não é qualquer revelação que serve para nos orientar, mas o que foi inspirado, ou seja, o que está escrito (II Tm 3.16).

b) Foi entregue sob a responsabilidade de um servo de Deus. V.1b

A responsabilidade de entregar a mensagem é um ser humano conforme João como se observa: “e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João” (v.1b), então, precisamos tomar cuidado com a falsa espiritualidade, pois, eu ouvi um pregador dizer que um anjo pregou no ouvido dele, eu pergunto, se Deus nos deu a revelação e deu responsabilidade aos homens de ttransmiti-la, qual a necessidade de um anjo vir pregar para mim? A responsabilidade de pregar é nossa e não dos anjos. A responsabilidade de pregar é minha e sua, então abandonemos a preguiça para anunciar o evangelho.

c) Foi escrito para revelar a vontade de Deus aos seus servos. V.1c

João disse que a revelação que recebeu foi para mostrar aos servos de Deus aquilo que iria acontercer, vejasmos: “Para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer” (v1c). A Bíblia foi escrita para quen é servo (v.1), quem é de Deus ouve a Palavra de Deus (Jo 8.47), se você passa duas horas assistindo futebol e fica inquieto com quarenta minutos de pregação, precisa rever sua fé. A vontade de Deus é revelada na Escritura, o Espírito Santo fala na, com e pela Bíblia e não contra ela.

2. A PALAVRA DE DEUS PRECISA SER PREGADA. V.2

a) A pregação deve ser conforme a Palavra de Deus. V.2a

A mensagem transmitida na pregação não pode ser com base nas várias tradições humanas, mas na Palavra de Deus, vejamos: O qual atestou a palavra de Deus” (v.2a). Quando formos pregar devemos ler, explicar e aplicar o texto da Bíblia. Não pregue sonhos, visões ou palavras humanas, pregue a Palavra! Exponha as Sagradas Escrituras. Se você está em um lugar que não prega a Bíblia, saia dela povo meu!

b) A nossa pregação deve ser um testemunho sobre Jesus Cristo. V.2b

A pregação não deve ser uma oportunidade de autopromoção humana, mas para anunciar a pessoa de Jesus, conforme se observa: O qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu”. (v.2a). A nossa pregação pode faltar tudo, mas não pode faltar Cristo. Charles Spurgeon disse que “na nossa pregação pode faltar retórica, homilética, mas não pode faltar Cristo”. Não deixe que sua mensagem falte o principal. Pregue em qualquer situação a pessoa de Cristo, pois a mensagem salvadora é essa.

c) A nossa pregação deve ser sobre algo experimentado por nós. V.2c

Além de pregar a Palavra, sobre Cristo, o sermão precisa ser fruto de uma experiência com Ele, vejamos: “o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu (v.2b). O discurso sobre Cristo precisa ser uma verdade na vida de quem está falando sobre Ele. Nós precisamos ter uma vida de piedade, amar o Senhor na pratica, vivendo em santidade. Não há como pregar com eficácia se nosssa vida não for uma pregação. Sua vida é uma pregação viva sobre Jesus? Você vive o que prega? Anda com Cristo todos os dias em obediência?

3. A PALAVRA DE DEUS EXIGE UMA REAÇÃO DO PECADOR. V.3

a) Exige que este leia e ouça a Palavra de Deus. V.3a

Nós precisamos ter contato com a Palavra de Deus, devemos buscar reservar tempo para conhecermos as Escrituras conforme o texto afirma: Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas” (v.3a). Jesus declarou que é bem - aventurados (Gr. “macários”, satisfeitos, felizes plenamente). Alguém que tem contato com a Palavra de Deus está tendo contato com o caminho da felicidade que pode ser encontrada em Jesus, pois Jesus disse que nele podemos encontrar alegria completa (Jo 15.11) e o conhecemos através das Escrituras (Jo 5.39). Eu e você não podemos perder o contato com a palavra de Deus, nela encontramos a verdadeira felicidade!

b) Exige que se pratique a Palavra de Deus. V.3b

Além de ter contato com a Palavra de Deus precisamos colocar tudo em prática, nós devemos conhecer a ortodoxia, doutrina fiel e correta; também precisamos ter uma ortopraxia, pratica da doutrina fiel, vejamos: “Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas [...]” (v.3b). Quando você está ouvindo a pregação não é para distrair-se, mas prestar atenção para colocar em prática depois, pois o que vais fazer do que ouviu no sermão é tão importante como o sermão que escutou. Não seja apenas opuvinte, mas praticante da Palavra!

c) Exige que preparem para a esperança escatólogica. V.3c

A pregação precisa ser escatológica para ter poder, pois aponta para a volta de Cristo, vejamos: “[...] porque o tempo está próximo” (v.3c). Algumas verdades sobre esta esperança que aponta para a vinda de Cristo, vejamos:

I. Será no fim desta presente era: No fim deste tempo atual, numa data que não sabemos quando será, Jesus voltará, encerrará o seu reinado espiritual para iniciar seu reinado pleno conforme pedro esceveu: “Ora, o fim de todas as coisas está próximo, portanto sede criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (I Pe 4.7). Devemos viver neste tempo atual com o olhar fixo no tempo do fim, devemos viver de maneira sobria e criteriosa aguardando o Senhor voltar e enquanto esperamos sua vinda, vivemos em oração. Você almeja a vinda de Jesus?

II. Será de maneira, pós tribulacional, visível e gloriosa. Mt 24.29,30

A vinda de Cristo foi descrito pelo próprio Jesus como se observa: 29 Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. 30 Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt 24.29-30). Esta passagem nos ensina algumas verdades que devemos observar: a) A igreja passará pela tribulação, pois a vinda de Jesus será após a tribulação (v.29a); b) Alguns sinais grandiosos tomarão lugar nos céus antes da aparição do Senhor (v..29b); c) A vinda de Jesus será visível nas nuvens dos céus, caindo por terra o ensino do arrebatamento secreto (v.30a); d) A sua vinda será pessoal e gloriosa (v.30b). Devemos almejar a vinda do Senhor, pois Ele não tardará, breve aparece nas nuvens. Você aguarda a sua vinda?

III. Será de maneira repentina. Mt 24.42-44

A vinda de Jesus será repentinamente, Ele não avisa o dia, mas está dando avisos prévios sobre a sua volta, que será de surpreza, sobre isso ele disse: 42 Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor. 43 Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. 44 Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt 24.42-44). Podemos extrair algumas liçoes: a) Não sabemos o dia nem a hora, então devemos vigiar, ou seja, viver em santidade (v.42); b) Cristo virá como um ladrão, não avisará o dia e nem a hora, preciasamos estar preparados (v.43); c) Cristo virá repentinamente, assim sendo não devemos demorar a acertar a vida com Deus, pois amanhã pode ser tarde demais (v.44). Cristo voltará! Você está preparado (a)?

CONCLUSÃO

Cuidado com as revelações não inspiradas que estão norteando sua vida, a única revelação inspirada por Deus é o que está escrito nas Escrituras e não palavras de fundadores ou fundadoras de religiões. Pregue a Palavra de Deus apontando para Cristo e para transformação que aconteceu na sua vida. Quando você ouvir a pregação não faça ouvido de mercador, não finja que não escutou, mas obedeça a Palavra de Deus. saiba que Jesus virá de modo repentino, não sabemos o dia nem a hora, assim sendo devemos vigiar todos os dias para estarmos preparados para este dia. Se Jesus voltasse agora, você estaria preparado (a) para se encontrar com Ele? Tem certeza que receberia dele a vida eterna? Se sua resposta é negativa, entregue-se a Cristo ainda hoje!

AUTOR: Pastor Veronilton Paz da Silva

 

domingo, 14 de julho de 2024

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM JUDAS 1.24-25

TEXTO: JUDAS 1.24-25

INTRODUÇÃO

Nós estamos finalizando a série de sermões em Judas, vimos até aqui que Judas escreve sua carta de forma apologética, dizendo que Deus se serve de homens para defender a fé (vv.1-2), que devemos a fé (vv.3-4), disse que Deus nos revela sua natureza e podemos conhecê-lo (vv.5-7), que há ímpios dentro da igreja (vv.8-11), que usam uma capa de crente e são ímpias (vv.12-16), orientou sobre a firmeza na palavra (vv.17-19) disse como se edificar na vida cristã (vv.20-21), sobre a evangelização das pessoas que estavam caindo nas malhas dos falsos mestres (vv.22-23), hoje veremos sobre a exaltação a Deus pela segurança de salvação.

ASSUNTO: JUDAS, UMA CARTA APOLOGÉTICA PARA O POVO DE DEUS!

TEMA: APOLOGÉTICA QUE EXALTA A DEUS PELA SEGURANÇA DE SALVAÇÃO!

1. DEUS É PODEROSO PARA NOS GUARDAR DE TROPEÇO. V.24a

1.1 Deus é todo - poderoso. V.24

Ele começa dizendo que Deus tem poder: “Ora, àquele que é poderoso [...]” (v.24a). Lições: 1º A Bíblia diz que Deus é Todo-Poderoso: Quando atingiu Abrão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o Senhor e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito (Gn 17.1). 2º As obras de Deus demonstram o seu poder total: “Ó Senhor Deus! Passaste a mostrar ao teu servo a tua grandeza e a tua poderosa mão; porque que deus há, nos céus ou na terra, que possa fazer segundo as tuas obras, segundo os teus poderosos feitos? (Dt 3.24). 3º A salvação de pecadores demonstra o seu grande poder: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Rm 1.16). O Deus da Bíblia é Todo-Poderoso, precisamos crê Nele!

1.2 Deus é poderoso para nos guardar de tropeçar. V.24

O texto da Bíblia que Deus nos guarda de tropeços: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços [...]” (v.24b). Verdades: I. Quando estamos em Cristo não tropeçamos para perdição, pois Ele é a luz: Respondeu Jesus: Não são doze as horas do dia? Se alguém andar de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo (Jo 11.9). II. Quando estamos em Cristo não tropeçamos para perdição, pois Ele é poderoso: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços [...]” (v.24). III. Quando estamos em Cristo não tropeçamos para perdição, pois somos guardados em Cristo: Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, aos chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo” (Jd 1.1).

1.3 Deus é poderoso e nos guarda salvos. V.24

A Bíblia afirma que o poder de Deus nos traz salvação: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (v.24). Aplicações: A. Deus nos salva no presente: “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna (Jo 6.47). B. Deus nos mantérá salvos no fututo: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24). C. Deus nos mantém salvos nas suas mãos: Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão” (Jo 10.28). Deus é poderoso para nos salvar, hoje e no futuro, confiemos!

2. DEUS É PODEROSO PARA NOS LEVAR PARA A GLÓRIA. V.24b

2.1 Ele é quem nos apresenta diante Dele com exultação.

A Bíblia diz que seremos apresentados ali com Exultação (Gr. Agalliasei, Grande, intensa alegria): “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória (v.24). Verdades: 1ª Nós exultamos com a salvação do Senhor: [...] eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação” (Hc 3.18). 2ª Nós exultamos ao sentir sua presença: 8 O Senhor, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita, não serei abalado. 11 Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Sl 16.8, 11). 3ª Nós exultaremos ao entrar na sua presença: “Ora, àquele que é poderoso para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória (v.25). O senhor oferece alegria na sua presença aqui e no céu!

2.2 Ele é quem nos apresenta diante Dele imaculados.

O texto diz que Deus nos apresentará diante Dele mesmo imaculados: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória (v.24) - Imaculaddos Gr. “Amomous”, sem culpa, irrepreensível). Lições: I. Na justificação Deus nos tira a culpa do pecado: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados (At 3.19). II. Na santificação Deus nos tira o poder do pecado: 14 Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; 15 pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento (I Pe 1.14-16); III. Na glorificação Deus nos tira a presença do pecado: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é” (v.25; I Jo 3.2). Um dia nós estaremos diante Dele sem pecado para sempre no céu!

2.3 Ele é quem nos apresenta diante Dele de forma gloriosa.

A Escritura nos afirma que Deus nos apresentará diante da sua glória: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória (v.24). Aplicações: 1. Nós fomos escolhidos para chegarmos à glória: “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” (Rm 8.30). 2. Nós fomos trazidos por Deus à glória : “Ora, àquele que é poderoso para vos [...] apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória (v.24). 3. Nós herdamos à glória por meio e para vivermos com Jesus: “Para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo” (II Ts 2.14). A Palavra de Deus que teremos um futuro glorioso em Jesus!

3. DEUS É DIGNO DE SER EXALTADO DE ETERNIDADE A ETERNIDADE. V.25

3.1 Porque exaltar a Deus? V.25

A Escritura aqui afirma a razão de exaltar a Deus: “Ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém! (v.25). Notas: A. É o ùnico Deus verdadeiro (v.25). B. É o ùnico Salavador da humanidade (v.25). C. É o único Senhor da nossa vida (v.25). Você tem razões de sobra para exaltar o Senhor!

3.2 Como exaltar a Deus? V.25

A Palavra de Deus também indica a maneira de exaltar a Deus: “Ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém! (v.25). Anotações: a) Mediante Jesus Cristo (v.25). b) Exaltando sua glória, majestade, poder e autoridade suprema (v.25). c) Mediante as palavras e a vida:  ”E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3.17). Precisamos exaltar a Deus da forma que a Escrituta diz, não por invenções humanas nem sugestões do diabo!

3.3 Quanto tempo duarará a exaltação a Deus? V.25

Deus é adorado eternamente: “Ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém! (v.25). Implicações: a. Deus é eterno e sempre foi exaltado - “Antes de Todas as Eras”: “Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (v.25; Sl 90.2). b. Deus é eterno e deve ser exaltado no tempo presente - “Agora”: “Então, orou Ana e disse: O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor; a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação” (v.25; I Sm 1.2). c. Deus é eterno é será adorado eternamente - “E por toda a eternaidade. Amém!”: Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, da eternidade para a eternidade! Amém e amém!” (v.25; Sl 41.13 ). Louvado seja Deus de eternidade a eternidade. Amém!”

CONCLUSÃO

Nós vimos que Judas conclui exaltando a Deus pela segurança de salvação, pois Ele é poderoso para nos guardar de tropeços e para nos levar salvos para a glória, assim sendo deve ser exaltado pela nossa segurança de salvação. Aplicação: Crentes: Exalte a Deus pela sua salvação, pois Ele é quem te preserva salvo e te leva para o céu, além disso o exalte pregando o evangelho da graça e glória de Cristo. Não Crentes: Você pode ter segurança eterna de salvação, basta você render seu coração e sua vida a Cristo. Quer fazer isso hoje?

AUTOR: Pastor Veronilton Paz da Silva

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM JUDAS 1.22-23

TEXTO: JUDAS 1.22-23

INTRODUÇÃO

Nós já observamos até aqui que Judas escreve sua carta de forma apologética, ele relatou que homens são usados por Deus para defender a fé (vv.1-2), disse porque devemos a fé (vv.3-4), falou que Deus nos revela sua natureza, podendo nós conhecê-lo e sermos conhecidos (vv.5-7), também identificou ímpios dentro da igreja (vv.8-11), disse que há falsos crentes, usam uma capa de crente e são ímpias (vv.12-16), escreveu ´para oroentar quanto a firmeza na palavra (vv.17-19), falou sobre a forma de se edificar na vida cristã (vv.20-21),agora ele trata sobre a evangelização das pessoas que estavam caindo nas malhas dos falsos mestres, faremos isso tendo como base o assunto e tema expostos.

ASSUNTO: JUDAS, UMA CARTA APOLOGÉTICA PARA O POVO DE DEUS!

TEMA 8: APOLOGÉTICA PARA EVANGELIZAR AS PESSOAS E AJUDÁ-LAS

1. AJUDAR OS QUE ESTÃO NA DÚVIDA QUANTO AO FALSO ENSINO. V.22

a. Há pessoas crentes que estão na dúvida devido aos falsos ensinos (v.22).

O falso ensino faz dúvidas em irmaos fracos na fé (v.22), vejamos alguns ensinos: I. Falsos mestres são obreiros de satanás enganar as pessoas: 13 Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. 14 E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. 15 Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras” (II Co 11.13-15). II. Falsos mestres estão dentro da Igreja perturbando as pessoas com seus falsos ensinos: 1 Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. 2 E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade” (II Pe 2.1-2). III. Falsos mestres colocam dúvidas a respeito da Palavra de Deus nas pessoas: “E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida (v.22). Há pessoas na dúvida devido os falsos mestres! O que fazer?

b. Há pessoas que precisam da nossa compaixão (v.22)

O texto afirma que a Igreja deveria ter compaixão dos que estão sendo enganados pelos falsos mestres (v.22). Lições: I. A compaixão é uma ordenança de Deus para ser exercida por seu povo: Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai” (Lc 6.36). II. A compaixão deve ser exercida especialmente nos irmãos fracos: “Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões” (Rm 14.1). III. A compaixão ajuda esses irmãos a não cair na malha dos falsos mestres: “E compadecei-vos de alguns que estão na dúvida” (v.22). Tenhamos compaixão dos que são enganados!

c. Há pessoas que precisam ser firmados na fé (v.22).

Aquelas pessoas estavam na dúvida, então precisavam se firmadas na fé (v.22). Verdades: I. Para se firmar na fé é preciso conhecer a palavra de Deus: “Ora, estes de Bereia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim (At 17.11). II. Para se firmar na fé é preciso ter vida de oração: “Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual (Cl 1.9). III. Para se firmar na fé é preciso congregar regularmente: 24 Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hb 10.24-25). Vamos buscar nos firmar e firmar outros na fé!

2. AJUDAR PESSOAS TIRANDO-AS DO FOGO. V.23

a. É preciso que se combata o falso ensino para que pessoas sejam salvas: “Salvai-os” (v.23).

O texto afirma que as pessoas deveriam ser salvas do falso ensino, pois este as leva á condenação (v.23). Lições: I. Devemos orar pela salvação das pessoas: “Irmãos, a boa vontade do meu coração e a minha súplica a Deus a favor deles são para que sejam salvos” (Rm 10.1). II. Devemos pregar a Palavra de Deus para que sejam salvas: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (I Tm 4.16). III. devemos combater o falso ensino para salvá-los dos falsos mestres e da condenação: “salvai-os, arrebatando-os do fogo; quanto a outros, sede também compassivos em temor, detestando até a roupa contaminada pela carne” (v.23). Busquemos nos esforçar para que a salvação alcançe mais pessoas!

b. É preciso que se combata o falso ensino para libertar pessoas do inferno (v.23).

O texto alerta a livrar aquelas pessoas do fogo: “[…] arrebatando-os do fogo […]” (v.23). Verdades: I. O inferno é real e fica no final de uma vida sem Deus: “Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo” (Mt 18.9). Gr. Gheena, Vale de Hinon. II. O inferno é o lugar para onde vão os falsos mestres e seus seguidores: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós!” (Mt 23.15). III. O inferno precisa ser pregado para que pessoas sejam livres dele: “[…] arrebatando-os do fogo […]”. (.23). Ao pregar o evangelho visamos livrar pessoas do inferno!

c. É preciso que se combata o falso ensino para que não prejudique pessoas:

O falso ensino precisa ser combatido ferrenhamente. Aplicações: I. Devemos combater o falso mestre para livrar as pessoas das suas mãos: 1 Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. 2 E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade” (II Pe 2.1-2). II. Devemos combater o falso ensino sendo compassivos com os que estão sendo enganados: “[…] quanto a outros, sede também compassivos […]” (v.23). III. Devemos combater o falso ensino tendo temor ao Senhor e não agindo como os falsos mestres: “[…] quanto a outros, sede também compassivos em temor […]” (v.23). Não deixe o falso ensino destruir pessoas, tenha compaixão delas!

3. AJUDAR PESSOAS COM O SEU EXEMPLO DE SANTIDADE. V.23

a. O pecado deve ser algo longe de quem serve a Deus (v.23).

Aquele que serve a Deus deve estar distante do pecado, vejamos alguns ensinamentos: I. O pecado é a transgressão da Lei de Deus: “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei” (I Jo 3.4). Gr. Anomia. II. O pecado é errar o alvo de Deus: Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12). Gr. Hamartia . III. O pecado é falta da justiça quem vem de Deus: “A saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação” (II Co 5.19). Gr. Paraptoma. O cristão não deve querer proximidade com o pecado!

b. O pecado deve ser abandonado por aquele que serve a Deus (v.23).

O cristão deve abandonar o pecado, tendo raiva deste (v.23). Aprendizados: I. O servo de Deus detesta o pecado: “Salvai-os, arrebatando-os do fogo; quanto a outros, sede também compassivos em temor, detestando até a roupa contaminada pela carne” (v.23). II. O servo de Deus foge do pecado: Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (II Tm 2.22). III. O servo de Deus não coaduna com o pecado: “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” (Ef 5.11). O servo de Deus abandona o pecado!

c. O pecado deve ser largado, pois isso nos dá crédito diante dos homens (I Pe 2.12).

Quando nos mantemos longe do pecado em bom testemunho, as pessoas acreditam no nosso cristianismo: “Mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (I Pe 2.12). Lições: I. O que vive na pratica do pecado não pode corrigir o pecado de outro: 3 Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão” (Mt 7.3-5). II. O que vive na pratica do pecado não ser usado por Deus: “Assim, pois, se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra” (II Tm 2.21). III. O que vive na pratica do pecado não tem credibilidade para ministrar o evangelho: 28 Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; 29 porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt 7.28-29). Quando nos afastamos do pecado, nosso testemunho fica mais firme para as pessoas!

CONCLUSÃO:

Nós observamos nessa mensagem que a apologética deve ser usada para evangelizar pessoas, vimos que nesta ação busca-se ajudar os que estão na duvida, a livrá-los do fogo do inferno para a salvação e com o seu exemplo de santidade para termos credibilidade ao pregar e combater o falso ensino. Aplicação: Crentes: Você deve ter coragem de defender a fé evangelizando pessoas, ao fazer isso vai tirar a dúvida dos crentes que estarão caindo nos falsos ensinos, livrando essas pessoas do falso ensino, tavida santa. Não Crentes: Nós vimos em uma parte da mensagem que o inferno é um lugar real e que a única maneira de se livrar desse lugar é, pela fé, receber a Jesus como seu único e Suficiente Senhor e Salvador da sua Vida. Você quer fazer isso agora?

AUTOR: Pastor Veronilton Paz da Silva

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM JUDAS 1.20-21

TEXTO: JUDAS 1.20-21

INTRODUÇÃO

Judas é uma carta apologética para ajudar a Igreja, então ele disse que Deus usa homens para defender a fé (vv.1-2), sobre o porquê de de defendermos a fé (vv.3-4), a respeito da natureza de Deus e como conhecê-lo e sermos conhecidos (vv.5-7), também escreveu para identificando ímpios dentro da Igreja (vv.8-11), alertar que há pessoas que parecem crentes, mas eram ímpias (vv.12-16), buscou se manter firme na Palavra (vv.17-19), neste momento trataremos de edificação para a vida cristã, com base no assunto e tema expostos.

ASSUNTO: JUDAS, UMA CARTA APOLOGÉTICA PARA O POVO DE DEUS!

TEMA: APOLOGÉTICA PARA EDIFICAR-SE NA VIDA CRISTÃ. VV.20-21

1. O CONTEÚDO PARA VIDA CRISTÃ É EXTRAÍDA DA FÉ DOUTRINÁRIA: ESCRITURA. V.20

a) A Escritura é a base para a nossa edificação (v.20).

O texto fala sobre a fé dotrinária (Escritura) como o modo basilar da edificação do povo de Deus: “Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima […] (v.20). Verdades: I. A Escritura é inspirada por Deus: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (II Tm 3.16). II. A Escritura foi escrita por homens movidos pelo Espírito Santo: 20 sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; 21 porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (II Pe 1.20-21). III. A Escritura foi escrita de forma profética para nos trazer conforto e esperança: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15.4). Nossa edificação inicia na fé doutrinária (Escritura).

b) A Escritura deve pregada (I Tm 4.2).

A Escritura não deve servir apenas como teoria, mas ela deve ser colocada em prática, deve ser pregada. Lições: I. A pregação deve ser a exposição da palavra: “Igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem” (Lc 1.3). II. A pregação deve ser constante: “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (I Tm 4.2). III. A pregação deve corrigir, repreender, exortar e edducar: “[…] útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (II Tm 3.16b). Preguemos a Escritura de forma expositiva, fielmente!

c) A Escritura não deve ser trocada por tradiçoes humanas, nem visões ou revelações (Mt 15.3).

A Palavra de Deus nos afirma que ela não deve ser substituída por tradições ou supostas visões ou revelações: Ele, porém, lhes respondeu: Por que transgredis vós também o mandamento de Deus, por causa da vossa tradição? (Mt 15.3). Aplicações: I. A Revelação especial que Deus queria nos dar a conhecer está escrita: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Dt 29.29). II. A revelação de Deus está escrita e quem foge Dela não tem salvação: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Is 8.20). III. A revelação de Deus escrita testifica sobre Jesus: Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (Jo 5.39). Qualquer tradição sem Escritura, por mais antiga que seja, é um erro!

2. O PODER PARA EDIFICAR A VIDA CRISTÃ VEM PELA ORAÇÃO. V.20

a. A oração é um dever do cristão (v.20).

O texto nos diz que além de se edificar pela Escritura (Fé Doutrinária) é necessária uma vida de oração: “[…] orando no Espírito Santo” (v.20). Anotações: I. A oração deve ser feita ao Pai: “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome” (Mt 6.9). II. A oração deve ser feita em nome de Jesus: “E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo 14.13). III. A oração deve ser feita constantemente: “Orai sem cessar” (I Ts 5.17). Devemos orar, pois é um dever nosso!

b. A oração é auxiliada pelo Espírito Santo (v.20).

O texto nos orienta que a oração tem o auxílio do Espírito Santo: “[…] orando no Espírito Santo” (v.20). Notas: I. O Espírito Santo nos ajuda nas nossas fraquezas e na oração: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza […]” (Rm 8.26a). II. O Espírito Santo intercede por nós de modo circunstancial: “[…] porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis” (Rm 8.26b). III. O Espírito Santo ajuda-nos a ter intensidade na oração: “Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos (Ef 6.18). para orarmos precisamos da pessoa bendita do Espírito Santo!

c. Deixar de orar se configura em pecado (I Sm 12.23)

A Bíblia nos diz que quando deixamos de orar estamos pecando contra Deus, como Samuel afirmou (I Sm 12.23). Implicações: I. A oração é uma ordem de Deus para nós: “Ao meu coração me ocorre: Buscai a minha presença; buscarei, pois, Senhor, a tua presença” (Sl 27.8). II. A oração deve ser colocada em pratica: “Então, me invocareis, passareis a orar a mim, e eu vos ouvirei” (Jr 29.11). III. Quando deixamos de orar estamos pecando: Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós; antes, vos ensinarei o caminho bom e direito” (I Sm 12.23). Quando não oramos, pecamos; então nos arrependamos e tenhamos vida de oração!

3. A CONFIANÇA EM DEUS É NECESSÁRIA PARA SE EDIFICAR. V.21

a. Confiar no amor de Deus (v.21).

O texto bíblico nos diz para ter confiança no amor de Deus: “Guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (v.21). Aplicações: I. O amor de Deus é maior do que tudo: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). II. O amor de Deus tem seu ápice na pessoa de Jesus: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (I Jo 4.10). III. O amor de Deus é derramado en nós pelo Espírito Santo: “Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm 5.5). Confie no amor de Deus, Ele não falha!

b. Confiar na misericórdia de Deus (v.21).

A passagem também enfatiza a confiança na misericórdia de Deus: “Guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (v.21). Pontuações: I. A misericórdia de Deus é a causa de não sermos destruídos: Então, o Senhor, teu Deus, não te desamparará, porquanto é Deus misericordioso, nem te destruirá, nem se esquecerá da aliança que jurou a teus pais” (Dt 4.31). II. A misericórdia de Deus não tem fim jamais: 22 As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; 23 renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade” (Lm 3.22-23). III. A misericórdia de Deus nos leva a não receber a condenação que merecemos, mas a vida eterna: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou” (Ef 2.4). Confie na misericórdia de Deus, Ele nos restura!

c. Confiar na segurança de vida eterna que Deus oferece (v.21)

A Bíblia nos diz que devemos confiar na segurança de vida eterna que Deus nos dá: “Guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (v.21). Anotações: I. A vida eterna é um presente que não é comprada por obras nem merecida: 8 Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; 9 não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9). II. A vida eterna que Cristo nos oferece é recebida por meio da fé em Jesus: “E que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (II Tm 3.15). III. A vida eterna entregue por Jesus é segura eternamente: Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão” (Jo 10.28). Confie na vida eterna que Deus oferece, Nele estamos seguro eternamente!

CONCLUSÃO:

Nós observamos nesta mensagem que Judas visou de forma apologética edificar a vida cristã, vimos que somos edificados pela Escritura, oração e confiança em Deus. Aplicação: Crentes: Precisamos buscar edificar no conhecimento bíblico, oração e confiando no amor, misericórdia e salvação eterna que Deus nos oferece. Nao Crentes: Nós observamos em uma parte da mensgaem que Deus nos oferece salvação, ela não é comprada por obras nem merecida, é recebida pela fé, sendo segura eternamente, esta salvação eterna pode ser sua se hoje render seu coração a Jesus, recebendo-o como o seu Único e Suficiente Senhor e Salvador! Você quer fazer isso hoje?

AUTOR: Pastor Veronilton Paz da Silva