Total de visualizações de página

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM FILEMOM 1.25

TEXTO: FILEMOM 1.25

INTRODUÇÃO

Estamos observando a ação de Paulo com algumas pessoas, ja vimos sua ação e reação com respeito ao Onésimo assumindo sua dívida e dando crédito ao seu testemunho (vv.17-19), também observamos sua açao e reação com relação ao Filemom confiando na sua pessoa (vv.20-22), explicamos também sua ação e reação de reconhecimento do trabalho dos obreiros que o auxiliavam, neste momento enfatizaremos a ação de Paulo desejando a graça de Jesus sobre todos.

ASSUNTO: AÇÃO DE PAULO COM RELAÇÃO À TODAS AS PESSOAS

TEMA 4: PAULO DESEJA QUE A GRAÇA ALCANÇE PESSOAS!

1. A SUA SAUDAÇÃO ENFATIZA A GRAÇA COMO RAIZ DA SALVAÇÃO. V.25a

Paulo traz no final esta saudação exaltando a graça de Cristo como causa da salvação, segundo está escrito: “A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito”. Sobre esta graça bendita podemos aprender algumas lições expostas a seguir.

A. A graça é a causa da nossa salvação. Ef 2.8-9

A Graça de Deus é salvadora a nós: “⁸ Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; ⁹ não de obras, para que ninguém se glorie”. Lições: A Graça causa a salvação (v.8). II. A graça traz a fé ao coração (v.8). III. A graça indica que a salvação é um presente de Deus sem obras meritórias (vv.8-9). Deus salva pecadores que não merecem nada!

B. A graça é a causa da vida na terra. Mt 5.45

Deus na sua graça faz a vida ocorrer na terra, vejamos: “Para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos”. Lições importantes: I. Deus por sua graça (comum) ama todos (Mt 5.46). II. Deus por sua graça (comum) abençoa a todos (Mt 5.45). III. Deus por sua graça (comum) age para que seus filhos o imitem (Mt 5.45). Deus estende sua bondade sobre todos e lhes enche de bens!

C. A graça é a causa de termos vida cristã. Gl 1.15-16

Nós servimos a Cristo porquê Ele agiu em nós, observemos: “¹⁵ Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve ¹⁶ revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios, sem detença, não consultei carne e sangue”. Verdades extraídas: I. A vida cristã do salvo é fruto da graça soberana de Deus que já o separou antes de nascer (v.15). II. A vida cristã do salvo aconteceu por Deus revelou seu Filho ao seu coração (v.16). III. A vida cristã do salvo o qualifica a pregar o evangelho (v.16). A salvação e caminhada aqui diante de Deus, dependem da obra soberana Dele!

2. A SUA SAUDAÇÃO EXALTA A CRISTO COMO AUTOR DA GRAÇA. V.25b

Paulo vai tratar aqui sobre a autoria da graça, não é a igreja, os apóstolos, profetas, mas o próprio Jesus, vejamos: “A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito”. A graça é trazida por Jesus (Jo 1.17), sobre esta graça de Jesus podemos observar algumas verdades nas Escrituras, expostas a seguir.

A. A graça de Jesus salvou os crentes tanto do Antigo como do Novo Testamento. At 15.11

Todas as pessoas em todas épocas foram, são e serão salvas pela graça de Jesus, vejamos: “Mas cremos que fomos salvos pela graça do Senhor Jesus, como também aqueles o foram”. Lições aprendidas: A. Todos os que foram salvos antes de Cristo, foram salvos pela graça Dele (v.11). B. Todos os que foram salvos na época de Cristo foram salvos pela graça do Senhor (v.11). C. Todos os que serão salvos em qualquer época foram salvos pela graça de Jesus (Ap 7.9). A graça de Jesus sempre será o motivo da salvação!

B. A graça de Jesus nos salva gratuitamente e habilita para uma vida de boas obras. Ef 2.10

A graça não apenas salva, mas prepara o salvo para viver uma vida que agrada a Deus, confiramos: “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”. Aplicações: A. O salvo é feitura de Deus - Gr. “Poiema”, Poema, obra (v.10). B. O salvo é uma nova criação em Cristo (Gr. “Ktisthentes”: VP, tendo sido criado) em Cristo (v.10). C. O salvo tem o seu coração disposto por Deus para as boas obras: Preparar de antemão: Gr. Prôtomaisen”, preparado previamente; andar nelas: Peripatesômen, dever de praticar. (v.10; Fp 2.13; Is 26.12).

C. A graça de Jesus é maior do que qualquer pecado. Rm 5.20

O homem trouxe a maior tragédia que foi o pecado, mas Deus trouxe a graça que é superior, observemos: “Sobreveio a lei para que avultasse a ofensa; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça”. Ensinos importantes: A. A lei serviu para mostrar a grande e malignidade do pecado (v.20). B. O pecado da humanidade é avultante (Gr. “Pleonase”, grande, profundo, poço de lama) (v.20). C. A graça de Deus é maior do que o pecado (Gr. Hypereperisseusen”, superabundante, extremamente maior) (v.20). A graça de Deus é maior do que o seu pecado, basta que você se arrependa, largue o pecado e se entregue a Cristo!

3. A SUA SAUDAÇÃO EXALTA A MUDANÇA INTERIOR QUE A GRAÇA TRAZ. V.25c

Paulo vai enfatizar o local da ação da graça que é no interior da pessoa, conforme está escrito: “A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito. Sobre esta mudança interior iremos extrair algumas lições.

A. A mudança de vida começa no interior com um novo coração. Ez 36.26

Para que a mudança trazida pela graça aconteça no nosso coração, Deus nos dá um coração novo, vejamos: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne”. Verdades aplicadas: a) Deus com o novo coração nos dá ânimo novo (v.36). b) Deus com o novo coração retira a dureza de coração (v.26). c) Deus com o novo coração nos dá sensibilidade à sua voz (v.26). Você já recebeu um novo coração, se não podes receber ainda hoje! Peça a Deus e Ele dá!

B. A mudança de vida começa no interior, com um coração tocado pelo Senhor. Sl 119.36

Deus faz uma mudança interior agindo no nosso coração, segundo está está escrito: “Inclina-me o coração aos teus testemunhos e não à cobiça”. Aplicações práticas: a) Deus é quem inclina o nosso coração à sua vontade (v.36). b) Deus inclina nosso coração à sua revelação escrita (v.36). c) Deus inclina nosso coração para longe do pecado (v.36). Deus executa esta mudança, agindo no nosso coração. Já teve seu coração tocado por Deus? O que espera para dar a Ele o seu coração?

C. A mudança de vida começa no interior, com um coração inteiramente do Senhor. I Rs 15.14b

A Escritura afirma que nosso coração precisa ser totalmente do Senhor, vejamos: “[...] o coração de Asa foi, todos os seus dias, totalmente do Senhor”. Verdades aprendidas: a) Deus vai ao encontro do coração do homem (v.14). b) Deus quer que o coração seja dele todos os dias (v.14). c) Deus quer um coração totalmente Dele (v.14). Seu coração precisa ser totalmente do Senhor, para isso precisas estar em Cristo!

APLICAÇÃO 4: A saudação de Paulo traz a graça como raíz da salvação, Cristo como autor da graça e salvação, e a mudança interior no coração causado pela graça. Quem é alcançado pela graça deve anunciar a graça, vamos fazer isso irmãos? Ninguém é salvo por merecimento, é tudo pela graça, basta se entregar a Cristo, Ele traz a salvação e transforma o coração, renda-se a Cristo ainda hoje e receba Dele certeza de vida eterna, uma transformação interior e mudança de vida. Você quer?

AUTOR: Pastor Veronilton Paz

 

domingo, 17 de setembro de 2023

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM FILEMOM 1.23-24

TEXTO: FILEMOM 1.23-24

INTRODUÇÃO

O apóstolo Paulo falou sobre Onésimo se colocando no lugar dele (Fm 1.17), também falou de Filemom confiando nele quanto ao pedido de libertar Onésimo e o receber como irmão em Cristo (Fm 1.21), agora ele cita obreiros que o ajudaram no ministério de plantação de Igrejas, os valorizando como seus parceiros na misssão, citando nominalmente alguns nomes, Conforme o assunto e tema expostos.

ASSUNTO: AÇÃO DE PAULO COM RELAÇÃO ÀS PESSOAS

TEMA: PAULO VALORIZA PESSOAS QUE COLABORARAM COM SEU MINISTÉRIO: OBREIROS

1. CITA NOME DE EPAFRAS. V.23

Paulo cita Epafras, um dos obreiros que o auxiliaram, conforme observamos: “Saúdam-te Epafras, prisioneiro comigo, em Cristo Jesus” (Fm 1.23). Lições importantes:

A. Epafras era um servo de Cristo. Cl 4.12

Epafras servia ao Senhor Jesus: “Saúda-vos Epafras, que é dentre vós, servo de Cristo Jesus, o qual se esforça sobremaneira, continuamente, por vós nas orações, para que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus”. Lições extraídas: I. Epafras servia como um membro da igreja: “Que é dentro de vós” (v.12). II. Epafras era um servo (Gr. “Douloi”, escravo voluntário): “Servo de Cristo”. III. Epafras servia a Cristo esforçando sempre para fazer o certo: “Se esforça Sobremaneira, continuamente”. IV. Epafras servia a Cristo com uma vida de oração pela Igreja: “nas orações, para que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus”. Epafras buscava servir a Cristo e nós o serviremos também?

B. Epafras era um líder que instruía fielmente as pessoas. Cl 1.7

Este homem ensinava fielmente a palavra de Deus:“Segundo fostes instruídos por Epafras, nosso amado conservo e, quanto a vós outros, fiel ministro de Cristo”. Verdades: I. Epafras instruía com discipulado: Instruídos (Gr. “Emathete”, ensinar discipulo). II. Epafras ensinava com o amor de Deus: Amado: Gr. “Agapetos”, amor sacrificial, de Deus). III. Ele ensinava aos servos de Deus, servindo-os (Gr. “Sindoulos”, servo de servo). IV. Ele ensinava fielmente: Fiel ministro: “Pistos Diakonos”. V. Ensinava para agradar a Cristo e não homens: “Fiel ministro de Cristo”.

C. Epafras aceitou ser preso para ajudar Paulo. Fm 1.23

Epafras aceitou ser preso com Paulo para o servir nas algemas, vejamos: “Saúdam-te Epafras, prisioneiro comigo, em Cristo Jesus” (Fm 1.23). Lições: I. O evangelho traz adversidades aos que o seguem fielmente (Fm 1.23). II. Devemos ser solidários com os servos do Senhor (Fm 1.23). III. Ele foi preso por causa de Cristo e não por fazer coisa errada (Fm 1.23). Epafras foi fiel ao evangelho, até preso foi para ajudar o apóstolo na prisão.

2. ELE CITA OUTROS LIDERES. V.24

Paulo citou outros lideres que estiveram na obra: “Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores” (Fm 1.24). Vejamos um pouco sobre as pessoas citadas por Paulo:

A. Marcos: 1. Útil ao ministério de Paulo: “Somente Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério” (II Tm 4.11). 2. Discipulo de Pedro: “Aquela que se encontra em Babilônia, também eleita, vos saúda, como igualmente meu filho Marcos” (I Pe 5.13). 3. Primo de Barnabé: Saúda-vos Aristarco, prisioneiro comigo, e Marcos, primo de Barnabé (sobre quem recebestes instruções; se ele for ter convosco, acolhei-o)” (Cl 4.10), 4. A Igreja funcionava na sua casa em Jerusalém: “Considerando ele a sua situação, resolveu ir à casa de Maria, mãe de João, cognominado Marcos, onde muitas pessoas estavam congregadas e oravam” (At 12.12).

B. Aristarco: 1. Sofreu violência junto a Paulo pelo evangelho: “Foi a cidade tomada de confusão, e todos, à uma, arremeteram para o teatro, arrebatando os macedônios Gaio e Aristarco, companheiros de Paulo” (At 19.29), 2. Cooperador de Paulo: “Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores” (Fm 1.24), 3. Foi preso junto à Paulo para ajudar: “Saúda-vos Aristarco, prisioneiro comigo, e Marcos, primo de Barnabé (sobre quem recebestes instruções; se ele for ter convosco, acolhei-o)” (Cl 4.10).

C. Demas: 1. Fez parte da Igreja, inclusive da liderança: “Saúda-vos Lucas, o médico amado, e também Demas” (Cl 4.14). 2. porém não era convertido e apostatou: “Porque Demas, tendo amado o presente século, me abandonou e se foi para Tessalônica; Crescente foi para a Galácia, Tito, para a Dalmácia” (II Tm 4.10).

D. Lucas: 1. Cooperador de Paulo: “Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores” (Fm 1.24). 2. O médico amado: “Saúda-vos Lucas, o médico amado, e também Demas” (Cl 4.14). 3. não abandonou Paulo mesmo quando ele estava condenado á morte: “Somente Lucas está comigo. Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério” (II Tm 4.11).

3. PAULO ENSINA QUE A MOTIVAÇÃO DAS PESSOAS SERVIREM DEVE SER JESUS. V.23

O texto de Paulo a Filemom diz que aquelas pessoas que serviam na obra o faziam “em Cristo Jesus” (v.23), isto indica que quando formos falar ou fazer algo devemos fazer pensando em agradar Cristo e não homens, então necessitamos ser cristocêntricos vejamos algumas verdades.

A. Oferecemos nosso culto por meio de Jesus. Hb 13.15

O nosso culto precisa ser oferecido com a intervenção de Cristo, vejamos: “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome”. Lições: a. Nosso culto somente se realiza se Cristo for o centro (v.15). b. Nosso é culto deve ser feito como um sacrifício, isto é, o melhor (v.15). c. O culto somente pode ser realizado por quem já confessou Jesus (v.15). Cultue a Deus, mas Ele só aceita quem já aceitou seu Filho Jesus!

B. Oferecemos nossas ações por meio de Jesus. Cl 3.17

Quando formos fazer algo devemos buscar seguir a Cristo, vejamos: “E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. Lições: a. Tudo que fazemos ou falamos é um culto a Deus (v.17). b. Tudo que falarmos ou fizermos deve ser feito por meio de Jesus (v.17). c. Tudo que falarmos ou fizermos redunda em graças a Deus (v.17).

C. Oferecemos nossas ofertas por meio Jesus. Fp 4.18-19

A nossa oferta devem ser feitas por meio de Cristo, vejamos: ¹⁸ Recebi tudo e tenho abundância; estou suprido, desde que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus. ¹⁹ E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades”. Lições: a. As ofertas devem ser dadas em abundância (v.18). b. As ofertas devem ser feitas de forma agradável a Deus (v.18). c. As ofertas dadas retornam em bênção da parte de Cristo (v.19). Quando for ofertar, faça por meio de Jesus, busque fazer para agradá-lo!

APLICAÇÃO 3: Paulo positiva as ações dos obreiros que o auxiliam, dizendo que Epafras e outros obreiros como seus auxiliares como Marcos, Aristarco, Demas e Lucas. Nós precisamos de Deus, mas também precisamos de gente, a vida em sociedade e com auxílio mútuo é necessário para vivermos bem em sociedade, na igreja não é diferente. Nós vimos em uma parte desta mensagem que tudo que formos fazer, deve ser para Jesus, Nele recebemos certeza de vida eterna!

AUTOR: Pastor Veronilton Paz

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM FILEMOM 1.20-22

TEXTO: FILEMOM 1.20-22

INTRODUÇÃO

Paulo vai continuar demonstrando sua ação e reação com relação as pessoas, primeiro ele falou sobre Onésimo se colocando no lugar dele, dando um voto de confiança e assumindo sua dívida. Agora vai tratar sobre Filemom, demonstrando a sua confiança nele. Sobre isso veremos algumas lições sob o tema e assunto expostos

ASSUNTO: AÇÃO DE PAULO COM RELAÇÃO ÀS PESSOAS

TEMA 2: PAULO DEMONSTRA CONFIANÇA EM OUTRA PESSOA: FILEMOM

1. ELE ESTAVA CERTO QUE SERIA ATENDIDO POR FILEMOM. VV.20-21

Paulo acreditava em Filemom na sua prontidão em atendê-lo, vejamos: 20 Sim, irmão, que eu receba de ti, no Senhor, este benefício. Reanima-me o coração em Cristo. 21 Certo, como estou, da tua obediência, eu te escrevo, sabendo que farás mais do que estou pedindo” (vv.20-21). algumas verdades:

A. Paulo solicitou um benefício ao Filemom: “Sim, irmão, que eu receba de ti, no Senhor, este benefício”.

Ao solicitar aquele benefício ao Filemom ele demonstra algumas lições: 1. Ele não passou por cima da autoridade de Filemom que era senhor de Onésimo. 2. Ele não foi orgulhoso, pediu o benefício ao invés de mandar. 3. Paulo reconhece que aquele benefício ele receberia por causa do Senhor. Ao solicitar o benefício, Paulo reconhecia que precisava de Filemom e que não sobrevivia sozinho!

B. Paulo teria seu coração reanimado com o benefício: Reanima-me o coração em Cristo

O pedido de Paulo traz uma motivaçao, que era trazer um ânimo novo ao seu coraçao, nós podemos observar que quando fazemos um benefício para um obreiro, reanimamos seu coração. Obreiros precisam de pessoas que o ajudem a ter ânimo, quando você coopera com a obra, está animando o coração do obreiro, mas quando você fica desatento no culto, atrapalha, mexe em celular durante o culto, não se dispôe a evangelizar, discipular, está desanimando o coração do obreiro e Deus irá cobrar você! Faça como Filemom, ajude a obra!

C. Paulo confiava na obediência de Filemom: “Certo, como estou, da tua obediência”

Paulo confiou que Filemom iria fazer o que ele pediu, para nós vivermos relacionamentos saudáveis, precisamos ter confiança, se não a tivermos, não temos mais nada. Quando a Bíblia diz que maldito o homem que confia no homem (Jr 17.5-8) está tratando de confiança para salvação e não que você não deve confiar nas pessoas no dia adia. Filemom era uma pessoa tão confiável que Paulo antes dele responder já confiou na sua obediência de libertar Onésimo e o receber na igreja. Seja uma pessoa confiável como Filemom foi!

D. Paulo esperava receber mais do que estava pedindo: “Eu te escrevo, sabendo que farás mais do que estou pedindo”.

O apóstolo aqui traz a informação de que sabia que Filemom iria fazer mais do que estava esperando, você pode fazer mais do que está fazendo, então faça. Filemom era um servo de Deus que buscava fazer o que estivesse ao seu alcance para obra do Senhor. Deus nos usa e nos convida a fazer mais, ter mais empenho. Você pode, ao invés de vir apenas aos cultos, evangelizar pessoas, dar estudo bíblico, discipular pessoas para que elas conheçam a Cristo. Você pode fazer mais do que está fazendo. Podemos contar com você?

2. ELE ESTAVA CERTO DA HOSPITALIDADE DE FILEMOM. V.22

Paulo trata de um ensino muito importante que é a hospitalidade, isto é, receber com amor as pessoas, vejamos: “E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído”. O termo hospitaleiro (Gr. “Philoxenoi”) significa amor aos estranhos/estrangeiros. Receber bem as pessoas em nossa casa, local de trabalho, igreja, é acolher pessoas estranhas com amor.

A. A hospitalidade é um dom de Deus. Rm 12.13

A hospitalidade cristã é uma dádiva do Espírito Santo, pois Paulo fala no contexto de dons: “Compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade” (Rm 12.13). Lições importantes: I. O dom da hospitalidade deve ser compartilhado (v.13). II. O dom da hospitalidade deve ser para quem tem necessidade (v.13). III. O dom da hospitalidade não é para esconder, mas praticar (v.13). A hospitalidade é um dom de Deus, Cristo é hospitaleiro, não expulsa que vem a Ele (Jo 6.37). E nós o que faremos?

B. A hospitalidade estava presente na vida de Filemom. V.22

Paulo enfatiza a hospitalidade de Filemom, vejamos: “E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído”. Verdades fundamentais: I. Filemom era hospitaleiro aos obreiros (v.22). II. Filemom era hospitaleiro com a igreja em sua casa (Fm 1.2). III. Filemom era hospitaleiro com todos os irmãos (Fm 1.5). Filemom foi hospitaleiro com as pessoas e você tem sido?

C. A hospitalidade precisa está presente na vida da Igreja. I Pe 4.9

A Escritura apresenta a verdade de termos uma Igreja hospitaleira, vejamos: “Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração”. Verdades investigadas: I. Hospitalidade é uma ação mutua (v.9). II. Hospitalidade é amar os outros e lhe acolher: Hospitaleiro é amar o estranho, quem ama acolhe. III. Hospitalidade deve ser feita sem reclamar (v.9). Você como membro dessa igreja tem sido hospitaleiro, aberto sua casa para fazer evangelismo, tem recebido bem os visitantes na igreja ou nem levanta para falar com eles?

3. ELE ESTAVA CERTO DAS ORAÇÕES DE FILEMOM. V.22

Paulo enfatiza a vida de oração de Filemom, observemos: “E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído. Oração (Gr. “Proseuchôn”, oração, prece), vem do mesmo radical de adoração, quem ora, adora. Algumas verdades sobre a oração:

A. Orar é uma ordem de Deus para o nosso bem e para o bem da Igreja. I Ts 5.17

Deus ordena que o crente ore, conforme está escrito: “Orai sem cessar”. I. Orar é uma ordem (v.17). II. Orar é um exercicio constante (v.17). III. oração se faz somente a Deus (Jr 29.12). Orar faz bem e nos enleva a Deus! Ore sempre ao Senhor, pois crente que não ora está pecando, pois deixar de orar é pecado (I Sm 12.23). Cadê você nos cultos de oração e consagração, vem orar crente!

B. Orar fazia parte da vida de Filemom tanto por si como pelos outros. V.22

A Escritura afirma que Filemom orava por Paulo, vejamos: “E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído. Ensinos autênticos: I. Oração é um exercicio espiritual na vida do salvo (v.22). II. A oração tem resposta (v.22). III. oração não é egoísta, deve-se fazê-la pelos outros (v.22). Não ore apenas por si, ore pelos outros também!

C. Orar deve estar na vida de cada crente durante toda a sua vida. Ef 6.18

O crente deve orar durante toda a sua vida, conforme observamos: “Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”. Ensinos extraídos: I. Quanto mais oração é melhor (v.6). II. Oração é durante todo tempo (v.6). III. Oração é feita no poder do Espirito (v.6). IV. Orar deve ser seguido de vigilancia e perseverança (v.6). V. Deve-se orar por todos os irmãos (v.6). Oremos sempre em todos os momentos bons ou ruins, busquemos ao Senhor!

APLICAÇÃO 2: Paulo confiou que Filemom atenderia ao seu pedido; teria hospitalidade e orava por ele. Devemos ser confiáveis e ter a confiança das pessoas. Ser hospitaleiros, receber bem as pessoas em casa e na Igreja saudar os visitantes, ir até onde eles estão, dar um aperto de mão ou um abraço, devemos lembrar de orar por nós e pelos irmãos. Você é uma pessoa confiável, hospitaleira e tem vida de oração? Se não comece agora. Jesus é hospitaleito, Ele acolhe e não rejeita qualquer pessoa que venha a ele arrependida, entregue-se a Jesus hoje e Ele te recebe e oferece certeza de vida eterna. você quer?

AUTOR: Pastor Veronilton Paz da Silva

  

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM FILEMOM 1.17-19

TEXTO: FILEMOM 1.17-19

INTRODUÇÃO: Nós convivemos com pessoas e temos ações e reações com elas, essas reações podem ser agradáveis a Deus ou não, pode aproximar ou não pessoas de Deus. Paulo escreveu esta carta no ano 60 d.C., em favor de Onésimo, escravo fugitivo e ladrão (Fm 1.18), foi capturado, levado à prisão, ali Paulo pregou para ele e houve a conversão (Fm 1.10). Iremos observar lições sobre a forma como Paulo fala sobre Onésimo, tendo como base o assunto e tema expostos.

ASSUNTO: AÇÃO DE PAULO COM RELAÇÃO ÀS PESSOAS

TEMA 1: PAULO ARGUMENTA A FAVOR DE OUTRA PESSOA: ONÉSIMO

1. ELE SE COLOCA NO LUGAR DE ONÉSIMO. V.17

Paulo demonstra empatia pelo escravo onésimo, ele se pôe no lugar daquele homem de má reputação, colocando sua pele na pele dele e seu coraçao no dele, vejamos: “Se, portanto, me consideras companheiro, recebe-o, como se fosse a mim mesmo” (v.17). Vejamos algumas lições importantes a seguir.

A. Ao argumentar ele evocou sua proximidade com Filemom: “Companheiro”.

O termo Companheiro (Gr. “Koinonon”, parceiro) indica que a obra deve ser feita de forma unida, sem confusões, quando Evódia e Sintique estavam em discordâncias, Paulo disse que pensassem concordemente no Senhor (Fp 4.2). Aqui Paulo vai informar que Filemom era um irmão que o ajudava na obra em parceria. Ele não estava fazendo competição, mas ajudando mutuamente para o crescimento da obra. Hoje nós temos esta mesma responsabilidade na Igreja, isto é, nos unirmos na obra, a fim de que a Igreja cresça e se desenvolva.

B. Ao argumentar ele pede que este o receba: “Recebe-o”.

Ele pediu que Filemom recebesse Onésimo, não mais como escravo, mas como irmão em Cristo (Fm 1.16), a Igreja precisa receber as pessoas, Jesus dá uma nova oportunidade as pessoas (Jo 6.37), a Igreja não pode ir na contramão de Cristo, ela precisa dar nova chance as pessoas. Paulo disse que aqueles que estão em Cristo são novas criaturas, as coisas antigas passaram e tudo se fez novo (II Co 5.17). Agora Paulo diz que Filemom deve dar uma nova chance a Onésimo. Cristo dá novas oportunidades, Ele está te dando hoje, vai deixar passar?

C. Ao argumentar ele toma o lugar de Onésimo: “Como se fosse a mim mesmo”.

Paulo se coloca no lugar da outra pessoa, dizendo a Filemom que recebesse Onésimo como se fosse a sua própria pessoa. Jesus também ocupou nosso lugar, tomando o nosso pecado, mesmo sem Ele ter pecado e nos dando sua justiça (II Co 5.21), fez isso na cruz tomando nossos pecados sobre si na cruz (I Pe 2.24), Ele nos deixou exemplo para seguirmos os seus passos (I Pe 2.21), assim sendo precisamos fazer o que Paulo fez, imitar Jesus e se colocar no lugar dos outros, dando a vida por ele (I Jo 3.16).

2. ELE DÁ UM VOTO DE CONFIANÇA EM ONÉSIMO. V.18

Paulo deu um voto de confiança a Onésimo, vejamos: “E, se algum dano te fez ou se te deve alguma coisa, lança tudo em minha conta” (v.18). Ele acreditou que ele havia sido transformado pelo Evangelho. Sobre este ato de Paulo aprendemos algumas lições:

A. Paulo tinha noção que Onésimo estava errado: “Se algum dano te fez”.

Paulo queria ajudar Onésimo, mas não passou pano para os seus erros, ele demonstrou isso ao afirmar os danos que ele poderia ter causado a Filemom, então nós ao buscarmos ajudar alguém precisamos ter coragem de confrontar os seus erros, dizer que estamos prontos a ajudá-lo, mas que a pessoa precisa reconhecer e abandonar os seus erros. Paulo não passou a mão na cabeça de Onésimo, não dissimule os erros dos seus filhos, netos, amigos e parentes. Ame-os, mas confronte os seus erros!

B. Paulo tinha noção que Onésimo devia a Filemom: “Se te deve alguma coisa”.

Paulo sabia da dívida que Onésimo tinha com Filemom, a escravidão à época era por dívidas, depois que pagava a dívida a pessoa ficava livre para seguir sua vida. Porém, além dele ter a dívida (Fm 1.18), ele roubou Filemom (Fm 1.18), tornando sua dívida maior ainda. Paulo sabia que ele devia, mas mesmo assim queria ajudá-lo, nós também tínhamos uma dívida com Deus que era impagável por causa do nosso pecado, a dívida não foi negada, ela deveria ser paga, foi isso que Cristo fez (Cl 2.15).

C. Paulo tinha noção que podia ajudar Onésimo: “Lança tudo em minha conta”.

Paulo estava certo que podia ajudar Onésimo, como de fato o ajudou, pois ele é visto fazendo parte do corpo de auxiliares de Paulo em outra passagem (Cl 4.9), Paulo ajudou ele, sendo usado por Deus para levá-lo á uma verdadeira conversão, servos de Deus ajudaram outros a se aproximar de Cristo como André com seu irmão Pedro (Jo 1.40-41), Filipe com Natanael (Jo 1.45), agora Paulo com Onésimo. Paulo disse que lançasse a divida de Onésimo na conta dele (Fm 1.18). Você está disposto a ajudar pessoas a se achegar a Cristo?

3 ELE ASSUME A DÍVIDA DE ONÉSIMO. V.19

Paulo assumiu a conta que Onésimo devia a Filemom, dizendo que pagaria: “Eu, Paulo, de próprio punho, o escrevo: Eu pagarei — para não te alegar que também tu me deves até a ti mesmo” (v.19). Algumas lições:

A. Paulo escreve de forma pessoal esta carta: “Eu, Paulo, de próprio punho, o escrevo”. V.19.

Paulo escreveu esta carta de forma pessoal para Filemom (v.19), precisamos falar com as pessoas de forma clara e pessoal. A carta era a forma de comunicação com as distantes pessoas antigamente, hoje as pessoas estão perto e ao mesmo tempo distantes, Paulo queria estar perto dos irmãos, quando não podia escrevia cartas. Devemos ter contatos pessoais com as pessoas. Quando se reunir, largue o celular e tenha contato pessoal com as pessoas. Deus é pessoal e também se comunica conosco pessoalmente!

B. Paulo escreve para afirmar que pagaria a conta: Eu pagarei”. V.19.

Paulo Vai dizer que toda a dívida de Onésimo deveria ser lançada na conta dele (Paulo) que ele pagaria, Paulo estava aqui demonstrando que a dívida de Filemom deveria ser paga, ele se prontificou a pagá-la. Jesus também sabendo da nossa dívida pagou na cruz e rasgou a dívida (Cl 2.14), assumiu nossa divida e pagou ela completamente. Paulo se prontificou a pagar a divida fisica de Filemom, pois a divida espiritual, Cristo já tinha pago. Ajude as pessoas a se livrar das suas dívidas da alma, remorsos, apresentando o perdão de Jesus!

C. Paulo escreve para afirmar que Filemom devia mais do que aquilo que iria doar: “Para não te alegar que também tu me deves até a ti mesmo”. V.19.

Paulo enfatiza que Filemom recebeu muito mais do que iria entregar se agisse com perdao para Onésimo, Paulo havia ajudado muito aquele irmão, agora estava pedindo que ele concedesse algo muito menor do que tinha recebido. Deus nos deu infinitamente mais do que nos ordena fazer pelo outro e pela obra, então não se acanhe de fazer pela obra e pelo irmão um pouco do que recebeu do Senhor, pois tudo que temos é Deus que nos dá, Ele não nos deve nada, devemos tudo a Ele. Nada do que façamos é demais, pelo muito recebido!

APLICAÇÃO 1: Paulo em relação à Onésimo, coloca-se no lugar dele, lhe dá um voto de confiança e assume sua divida. Nós precisamos pensar no outro, colocarmos nosso coração no dele, ajudá-lo, confiar, até que se prove o contrário. Devemos crê que o evangelho transforma, dá credibilidade ao irmão salvo, como Paulo fez assumindo, se preciso, a dívida do outro. Nesta mensagem há uma parte que diz que Cristo pagou a dívida que era nossa, assumiu a nossa divida e nos oferece salvação. Você quer ter certeza de salvação? Renda-se a Cristo!

AUTOR: Pastor Veronilton Paz

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM FILEMOM 1.15-17

TEXTO: FILEMOM 1.15-17

INTRODUÇÃO

Paulo tratando sobre o evangelho aponta como ele se apresenta na vida de Onésimo, enfatiza a ação de Deus e a ação que devemos ter com respeito às pessoas que buscamos alcançar com a mensagem das boas novas, vai nos orientar sobre a forma que o evangelho deve ser ensinado e vivenciado, sobre essa verdade iremos observar algumas lições tendo como base o assunto e tema propostos a seguir.

ASSUNTO: FILEMOM, A CARTA DO TRATO CRISTÃO!

TEMA 3: A MANEIRA QUE ELE TRATA DO EVANGEHO.

1. ENFATIZA A PROVIDENCIA DIVINA NO EVANGELHO. V.15

Paulo enfatiza que por providência divina Onésimo foi afastado dele por um breve tempo para depois unier-se a ele para sempre, vejamos: “Pois acredito que ele veio a ser afastado de ti temporariamente, a fim de que o recebas para sempre” (v.15). Deus não ordenou nem incentivou a fuga de Onésimo, mas Deus tinha um plano para salvar Onésimo e trazê-lo de volta crente, ele foi preso e foi parar na prisão onde Paulo estava. O evangelho enfatiza a providência de Deus. Vejamos alguns aspectos dessa providência.

I. A providência de Deus é vista até nos contratempos. V.15; Rm 8.28

A fuga e prejuízo deixado por Onésimo foi um contratempo que trouxe benefícios com a conversão e libertação do escravo, agora sendo irmão em Cristo. Paulo enfatiza a providência de Deus em outra passagem: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28). Algumas lições: 1. A providência de Deus é certeira (v.28a) 2. A providência de Deus abrange todas as coisas boas ou más (v.28b). 3. A providência de Deus objetiva o bem dos servos de Deus (v.28c). Deus é Deus até nas noites negras da vida!

II. A providência de Deus é o seu governo sobre tudo que existe. Dn 4.3

O episódio envolvendo Nabucodonosor aponta para o governo de Deus sobre tudo e todos, vejamos: “Quão grandes são os seus sinais, e quão poderosas, as suas maravilhas! O seu reino é reino sempiterno, e o seu domínio, de geração em geração” (Dn 4.3). Algumas lições: 1. O governo de Deus é grande e poderoso (v.3a). 2. O governo de Deus é eterno (v.3b). 3. O governo de Deus é sobre todos (v.3c). Deus na sua providência governa tudo, nada foge ao seu controle!

III. A providência de Deus é o sustento de Deus de todas as coisas. Hb 1.3

A providencia de Deus enfatiza também o seu sustento: “Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas” (Hb 1.3). Algumas lições: 1. O sustento do Senhor se estende a tudo (v.3). 2. O sustento do Senhor se dá pela sua palavra poderosa (v.3). 3. O sustento do Senhor se dá através de Cristo e sua obra (v.3). Deus, por seu Filho Jesus, ssutenta tudo! creia e confie!

2. ENFATIZA A IGUALDADE NO EVANGELHO. V.16

Paulo vai enfatizar que no evangelho há igualdade, sejam escravos ou senhores, vejamos: “Não como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de ti, quer na carne, quer no Senhor” (v.16). Agora Onésimo não seria mais um escravo qualquer, mas um irmão em Cristo, sobre esta igualdade do evangelho veremos algumas questões interessantes a seguir.

A. O evangelho igualava senhores e escravos. V.16

Onésimo agora tinha uma igualdade na Igreja como irmão em Cristo, vejamos: “Não como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de ti, quer na carne, quer no Senhor” (v.16). O evangelho não fazia distinção entre escravos e senhores, ambos sentavam lado a lado, essa era um dos motivos da perseguição contra a igreja, essa igualdade que davam ao evangelho!

B. O evangelho igualava homens e mulheres. I Co 11.11-12

A Escritura afirma que no evangelho não há distinção nem entre escravos, nem entre homem e mulher: 11 No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem, independente da mulher. 12 Porque, como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus” (I Co 11.11-12). Algumas verdades: 1. O evangelho traz homem e mulher interdependentes (v.11). 2. O evangelho traz homem e mulher sendo de uma mesma carne (v.12). 3. O evangelho traz homem e mulher proveniente de uma mesma fonte (v.12). Homens e mulheres são iguais no evangelho!

C. O evangelho igualava ricos e pobres. Tg 1.9-10

A dignidade do evangelho iguala pessoas socialmente diferentes nas posses, vejamos: 9 O irmão, porém, de condição humilde glorie-se na sua dignidade, 10 e o rico, na sua insignificância, porque ele passará como a flor da erva” (Tg 1.9-10). Ele traz algumas lições: 1. O pobre é digno diante do Senhor (v.9). 2. O rico não consegue dignididade por causa da sua riqueza (v.10). 3. Tanto o pobre como o rico são iguais diante de Deus. A Igreja deve está aberta para ricos e pobres, ambos precisam do evangelho!

3. ENFATIZA A EMPATIA SE COLOCANDO NO LUGAR DO OUTRO NO EVANGELHO. V.17

Paulo se colocou no lugar de Onésimo ao pedir sua libertação e recebimento na Igreja como irmão, vejamos: “Se, portanto, me consideras companheiro, recebe-o, como se fosse a mim mesmo” (v.7). Colocar-se no lugar do outro é uma forma de apresentar o evangelho, vejamos algumas lições importantes.

a. Quando nos colocamos no lugar do outro, nos parecemos com Jesus, pois Ele se colocou no nosso lugar. I Pe 2.24

Quando a pessoa se coloca no lugar da outra está imitando Cristo, vejamos: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados” (I Pe 2.24). Algumas lições: 1. Jesus se colocou no nosso lugar ao tomar nossos pecados na cruz (v.24). 2. Jesus se colocou no nosso lugar assumindo nossa morte e nos dando sua vida (v.24). 3. Jesus se colocou no nosso lugar assumindo nossa culpa e nos dando sua justiça (v.24). 4. Jesus se colocou em nosso lugar assumindo nossa chaga espiritual e nos curando alma (v.24).

b. Quando nos colocamos no lugar do outro nos identificamos com a dor dele. Hb 13.3

Quando nos colocamos no lugar do outro sentimos sua dor, vejamos: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus-tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados” (Hb 13.3). Lições: 1. Colocar-se no lugar dos encarcerados como se sua prisão fosse nossa (v.3). 2. Colocar-se no lugar dos maltratados como se seu maltrato fosse nosso (v.3). 3. Colocar-se no lugar do outro como se sua dor fosse nossa. Ex: Ronaldo Lidório em Gana com mulher que perdeu filhos.

c. Quando nos colocamos no lugar do outro demonstramos amor por ele. Mt 22.39b

O amor é a maior demonstração de empatia, ninguém se coloca no lugar do outro sem amor, por isso Cristo resume a lei em dois mandamentos: Amar a Deus e ao próximo, vejamos como deve ser nosso amor: “[...] Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39). Algumas lições: 1. O amor é uma ordem do Senhor, se Deus ordenou deve ser obedecido (v.39). 2. O amor é autruísta, isto é, a gente se coloca no lugar do outro (v.39). Coloque-se no lugar do outro demonstrando amor por ele.

APLICAÇÃO 3: Paulo trata o evangelho neste trecho enfatizando a providência no retorno de Onésimo a Filemom; trata sobre a igualdade que deveria haver entre Filemom (senhor) e Onésimo (escravo) e também trata sobre a empatia que o evangelho traz se colocando no lugar de Filemom. Eu e você somos tentados a olhar para as circunstâncias e esquecer do Deus que está acima delas, Deus está no controle! Nós muitas vezes elitizamos o evangelho, Deus quer patrões e empregados, ricos e pobres, não mercantilize o evangelho. Sofra a dor do outro, tenha empatia com aqueles que estão sofrendo, leve a eles o consolo de Cristo! Nós vimos em uma parte mensagem que Cristo tomou nosso lugar na cruz, assumindo o pecado, culpa, curando nossa alma, se você está aqui hoje e não tem certeza de vida eterna, receba a Cristo hoje e todas as tuas culpas serão perdoadas, você receberá perdão de pecados e certeza de salvação. Você quer?

AUTOR: Pastor Veronilton Paz da Silva

 

 

terça-feira, 15 de agosto de 2023

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM ATOS 16.6-10 (AS CARACTERÍSTICAS DA IGREJA MISSIONÁRIA - PARTE III)

TEXTO: ATOS 16.6-10

INTRODUÇÃO

A Igreja de Cristo é uma instituição comissionada pelo Senhor para executar o seu plano missionário de alcançar os povos, as diretrizes desse plano são colocadas pelo próprio Deus, nós estamos trabalhando uma série de mensagens sobre a temática de missões, isso faremos tendo como base a temática recorrente nos estudos anteriores.

TEMA: CARACTERÍSTICAS DA IGREJA NA MISSÃO (PARTE III)

1. A IGREJA DEVE SER CONTROLADA PELO ESPÍRITO SANTO NA MISSÃO. VV.6-7

1.1 O Espírito Santo orienta quando pregar ou não. VV.6-7

O Espírito Santo é o executivo da missão, Ele diz quando você deve ou não pregar:6 E, percorrendo a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia, 7 defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu”. I. Eles queriam entrar em algumas cidades (v.6a, 7a). II. O Espírito Santo os impediu de pregar naquele momento (6-7). III.O Espírito Santo é soberano na obra missionária (v.6-7; Jo 3.8). Quando Ele mandar falar ou calar, obedeça!

1.2 O Espírito Santo orienta o que pregar. Lc 4.18

O Espírito diz qual o conteúdo da pregação: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos”. I. Devemos pregar o evangelho (Gr. “Euangelisasthai”, pregar boa nova). II. Devemos pregar a verdadeira libertação em Cristo (v.18; Jo 8.32,36). III. Devemos pregar restauração da visão para os cegos espirituais (v.18). Não crie conteúdo para pregação, o Espírito Santo já fez na Bíblia, como diz Calvino: “A Bíblia é a biblioteca do Espírito Santo”.

1.3 O Espírito orienta a quem pregar. At 8.12

O Espírito orienta qual o público da pregação: “Quando, porém, deram crédito a Filipe, que os evangelizava a respeito do reino de Deus e do nome de Jesus Cristo, iam sendo batizados, assim homens como mulheres”. I. Homens e mulheres precisam ouvir o evangelho (Mc 16.15). II. Ambos sao pecadores (Rm 3.23). III. Ambos caminham para condenação: A pessoa que vive pecando está condenada (Tt 3.11). IV. Ambos precisam ouvir o evangelho para crer e serem salvos (Jo 20.30-31). Pregue a quem você for mandado, o Espírito é soberano no envio!

2. A IGREJA DEVE SER ORIENTADA PARA IR AOS NECESSITADOS. VV.8-9

2.1 Os necessitados estão nos lugares para os quais devemos ir. VV.8-9a

Há lugares que precisamos ir em busca dos necessitados de salvação: 8 E, tendo contornado Mísia, desceram a Trôade. 9 À noite, sobreveio a Paulo uma visão na qual um varão macedônio estava em pé [...]”. I. As pessoas estão nas cidades, vilas e povoados: Mísia, Trôade, Macedônia (v.8-9). II. Deus nos orienta por onde começar: Macedônia (v.9). III. Devemos ir até eles: “Passa à Macedônia e ajuda-nos (v.9). Vamos começar? Quem está conosco nessa?

2.2 Os necessitados estão precisando da nossa ajuda. V.9b

As pessoas estão precisando de ajuda espiritual e até física: “À noite, sobreveio a Paulo uma visão na qual um varão macedônio estava em pé e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e ajuda-nos”. I. Orientação Divina: Paulo teve uma visão (v.9). II. Pressa para fazer a obra: O varão estava em pé (v. 9). III. Necessidade da obra: Clamor da macedônia (v.9). Vamos até eles levar-lhes as novas de amor que precisam?

2.3 Os necessitados estão clamando por ajuda da nossa parte. V.9c

Há necessitados que chamam por nossa ajuda: “À noite, sobreveio a Paulo uma visão na qual um varão macedônio estava em pé e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e ajuda-nos”. I. O varão estava rogando (Gr. “Parakalon, implorando desesperado). II. O varão estava pedindo ajuda (Gr. “Boetheson”, solucionar, ajudar, encerrar problema). III. O varão macedõnio continua clamando hoje: Boa Esperança, Ebenezia, Amorim, Bairro São Francisco dizendo passa até nós e ajuda-nos! E nós que faremos?

3. A IGREJA DEVE SER OBEDIENTE AO CHAMADO DE DEUS. V.10

3.1 A Igreja deve obedecer imediatamente ao chamado de Deus. V.10a

A obediência ao chamado é questão de conversão: “Assim que teve a visão, imediatamente, procuramos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho”. I. Paulo diz que foi imediatamente (Gr. “Euthos”, mesmo instante (v.10). II. A pregação do evangelho quer pressa, macedônios estão se perdendo por causa da despreocupação da igreja. III. A igreja deve sair para pregar imediatamente ao ouvir o chamado de Deus. “Todo coração com Cristo é um missionário; todocoração sem Cristo é um campo missionário” (A. Duffer). Qual destes é você?

3.2 A Igreja deve obedecer seguindo um plano de Deus. V.10b

Deus já tem um plano na obra, basta seguir: “Assim que teve a visão, imediatamente, procuramos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho”. I. Paulo conclui que Deus estava lhe chamando para Macedônia. II. Paulo Conclui isso e partiu em obediência à orientação divina. III. A Escritura já nos orienta a pregar, iremos ou não? Deus enviou segundo um plano dele, não queira inventar subterfúgios ao plano dele, simplesmente siga o plano Dele.

3.3 A Igreja deve obedecer anunciando o evangelho. V.10c

A obediência ao chamado é a pregação: “Assim que teve a visão, imediatamente, procuramos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho”. I. Paulo não foi para Macedônia fazer turismo, mas pregar o evangelho. II. Paulo ao ouvir Deus falar, Ele não pensou no seu sustento, nem se lá tinha benesses, Ele foi obedecendo à visão, pregar o evangelho. III. Paulo anunciou o evangelho, nós o que faremos? Pregue o evangelho com as suas palavras e viva este evangelho de tal forma que as pessoas vejam Cristo em você (C.S. Lewis).

CONCLUSÃO

Concluindo a mensagem queremos lembrar que as características da Igreja missionária vistas aqui são: Ser controla pelo Espírito Santo; Orientada para ir aos necessitados e; ser obediente ao chamado. Nenhuma igreja fazz missões se ela estiver cheia do Espírito Santo, para isso precisa ler a Bíblia, orar, congregar, consagrar-se a Deus. A Igreja nçao foi chamada para trabalhar apenas para dentro, precisa sair para fora, ir aos perdidos que necessitam de salvação, quando a Igreja faz trabalho apenas para seus membros e não busca os perdidos, ela adoece. A obediência ao chamado envolve obediência ao chamado de ir em busca dos perdidos, se um pastor e igreja não seguem em busca de vidas para Cristo, perdeu o sentido de ser igreja.

AUTOR: Pastor Veronilton Paz

ESBOÇO DE SERMÃO BASEADO EM ATOS 9.31 (AS CARACTERÍSTICAS DA IGREJA MISSIONÁRIA - PARTE II)

TEXTO: ATOS 9.31

“A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judeia, Galileia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número”.

INTRODUÇÃO

A Igreja de Cristo foi fundada com uma missão, viver para a glória de Deus (Adoração) e promover a glória de Deus (Evangelização), mas algo que a Bíblia fala é que Deus age dentro dela. Continuando a série de estudos sobre algumas características sobre a igreja, isto faremos tendo como base o tema exposto a seguir.

TEMA: AS CARACTERÍSTICAS DA IGREJA MISSIONÁRIA (PARTE II)

1. DEUS TRAZ PAZ PARA A IGREJA. V.31

1.1 A Igreja precisa levar as pessoas a ter paz com Deus. Mt 5.9

A Bíblia convida os salvos a ter paz com Deus:“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. I. Levar as pessoas a ter paz com Deus é motivo de felicidade intensa (v.9). II. Deus nos chama para sermos seus filhos e ter paz com Ele (v.9; Jo 1.12; Mc 16.15). III. Somente quem é filho de Deus pode levar outras pessoas a ter paz com Deus (v.9). A Igreja deve transmir a paz para outros!

1.2 A igreja precisa levar as pessoas a ter paz consigo mesmo. Fp 4.7

Precisamos que a paz de Deus esteja no nosso interior: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. I. A Paz de Deus que recebemos de Deus não é compreensível pela lógica huma (v.7). II. A paz que recebemos de Deus fará que nosso interior fique guardado do mal (v.7). III. A paz que recebemos de Deus é somente por meio de Jesus Cristo (v.7). A paz de Deus deve nos levar a ter paz interior!

1.3 A igreja precisa levar as pessoas a ter paz com o próximo. Mc 9.50

A paz de Deus deve se levada à frente: “Bom é o sal; mas, se o sal vier a tornar-se insípido,como lhe restaurar o sabor? Tende sal em vós mesmos e paz uns com os outros”. I. Precisamos ter paz com os outros no que depender de nós: se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18). II. Precisamos ter paz uns com outros, pois isto é questão de sobrevivência: “Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede que não sejais mutuamente destruídos” (Gl 5.15). III. Precisamos ter paz uns com os outros, pois é ordem de Deus (Mc 9.50). A paz de Deus deve nos fazer ter paz com as outras pessoas.

2. DEUS TRAZ EDIFICAÇÃO PARA A IGREJA. V.31

2.1 A edificação da igreja se dá pela pregação da Escritura. Rm 15.20

Para edificar a Igreja precisa da palavra: “Esforçando-me, deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio”. I. Devemos nos esforçar para pregar o evangelho (v.20). II. Devemos pregar buscando alcançar os perdidos para Cristo (v.20). III. Devemos ao pregar evitar de fazer proselitismo (v.20). IV. A pregação edifica perdidos para salvação e os salvos para transformação (v.20). A edificação se dá pela pregação das Escrituras!

2.2 A edificação da Igreja se dá de forma mútua. I Ts 5.11

Os crentes se edificam mutuamente: “Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo”. I. Edificação mútua nos traz consolação mútua (v.11). II. Edificação mútua traz ação mútua favorável uns aos outros (v.11). III. Edificação mútua porque somos igreja, uns ajudam os outros no crescimento. Os crentes devem se edificar uns aos outros! Temos feito isso!

2.3 A edificação da igreja se dá pela oração. Jd 1.20

Quando oramos estamos edificando-nos também: “Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo”. I. A oração ajuda a nossa fé ser edificada (v.20). II. A oração edifica a fé em santidade (v.20). III. A oração edifica a nossa fé por causa do auxílio do Espírito Santo (v.20). A oração edifica, quando oramos uns pelos outros, estamos edificando-nos no Espírito Santo! Você tem orado por seu irmão!

3. DEUS TRAZ A CAMINHADA PARA A IGREJA. V.31

3.1 A caminhada da igreja depende de uma entrega ao Senhor. Sl 37.5

Para caminhar com Cristo precisamos nos entregar a Ele: Entrega o teu caminho ao Senhor , confia nele, e o mais ele fará. I. Devemos fazer uma entrega total ao Senhor (v.5). II. Devemos fazer uma entrega confiante ao Senhor (v.5). III. Devemos fazer uma entrega e esperar o agir de Deus (v.5). Para caminhar com Cristo devemos entregar nossa vida Ele por completo. Você já entregou sua vida a Cristo? Já tem certeza de sua salvação? Se sua resposta é negativa, renda-se a Cristo hoje e inicie essa camimhada maravilhosa com o Senhor Jesus!

3.2 A caminhada da igreja precisa ser numa vida de santidade. Sl 77.13

Para caminhar com Cristo é preciso santidade: “O teu caminho, ó Deus, é de santidade. Que deus é tão grande como o nosso Deus?” I. Para caminhar com Deus, precisamos viver em santidade (v.13). II. O caminho de Deus é o melhor, pois não há ninguém igual a Ele (v.13). Caminhe com Deus de maneira santa, somente assim nosso alvo é o céu!

3.3 A caminhada da Igreja precisa ser orientada pelo próprio Deus. Is 30.21

Deus orienta seu povo na caminhada: “Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele”. I. Os cristãos estão sendo sempre tentados a desviar do foco (v.21). II. Os cristãos ouvem sempre a voz de Deus lhe convidando para continuar no caminho (v.21). III. Os cristãos ouvem o Espírito falar com eles pela Palavra. Deus nos orienta durante a caminhada, seu Espírito fala conosco para não desviarmos do caminho!

4. DEUS TRAZ CRESCIMENTO NUMÉRICO PARA A IGREJA. V.31

4.1 O crescimento da Igreja vem de Deus. I Co 3.6

Deus é quem faz a Igreja crescer: “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus”. I. Os cristãos possuem a responsabilidade de plantar a Palavra nos corações (v.6). II. Os cristaos, são apenas instrumentos, Deus que faz a obra crescer (v.6). Deus fa a Igreja crescer também em número, nós pregamos e vivemos o evangelho e Deus é quem traz os salvos à Igreja!

4.2 O crescimento da igreja se dá pela pregação da Palavra. At 6.7

A Palavra sendo sendo pregada há crescimento: “Crescia a palavra de Deus, e, em Jerusalém, se multiplicava o número dos discípulos; também muitíssimos sacerdotes obedeciam à fé”. I. A pregação da Palavra e se espalhou (v.7). II. A pregação da Palavra aumenta o número dos discípulos (v.7). III. A pregação alcançou religiosos que chegaram à verdadeira fé (v.7). A pregação fiel das Escrituras traz pessoas à comunidade cristã, leva pessoas à conversão!

4.3 O crescimento da igreja se dá pelo agir do Espírito Santo. At 9.31

O Espírito faz a Igreja crescer: “A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judeia, Galileia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número”. I. A igreja cresceu e se espalhou nas regiões: Judeia, Galileia e Samaria (v.31). II. A igreja também cresceu espiritualmente (v.31). III. A igreja cresceu também quantitativamente (v.31). IV. Todo crescimento da igreja é obra do Espírito Santo (v.31). O Espírito age na pregação, fazendo a Igreja crescer. Peçamos ao Espírito Santo, o crescimento da Igreja!

CONCLUSÃO

Deus atua na Igreja Missionária trazendo paz, edificação, caminhada com Deus e crescimento numérico para a Igreja. A Igreja precisa ter pa dentro e fora, ser edificada pela pregação das Escrituras, viver a caminhada com Deus, a Igreja precisa experimentar o crescimento numérico, então aquela história que o importante é qualidade e não quantidade é balela, se tem qualidade haverá quantidade. Pregue o evangelho e a igreja crescerá naturalmente!

AUTOR: Pastor Veronilton Paz da Silva